Corrida com barreiras
Corredores
participando de uma prova de 400 metros com barreiras.
Corridas com
barreiras são provas de atletismo olímpico e consistem em corridas de
velocidade que têm no percurso várias barreiras que os atletas têm que saltar.
Os 100 metros com
barreiras são uma prova que é feita por mulheres e é a primeira prova do
heptatlo. O equivalente masculino são os 110 metros com barreiras.
Os 100 e os 110 m com
barreiras (o primeiro para mulheres, o último para homens) são provas de
velocidade. Os obstáculos podem ser (e quase sempre são) derrubados, pois sua
função é apenas dificultar a corrida dos atletas. Tanto a prova masculina como
a feminina têm 10 barreiras no percurso.
Os 400 metros com
barreiras são efectuados por ambos os sexos, os atletas também têm que
ultrapassar 10 barreiras.
Em pista coberta a
prova é efectuada em 60 metros, tanto para homens como para mulheres. A prova
tem 5 barreiras.
Tal como nas provas
de velocidade pura, os atletas partem dos blocos de partida.
Em relação ao modo
como se passa a barreira:
1-atacar a barreira
com a perna de ataque
2-passar a outra
perna (perna de impulsão) lateralmente
3-usar os braços para
equilibrar no momento de ataque da barreira, alternando o braço com a perna
Corrida de obstáculos
a diferença da corrida com barreiras
• A corrida de
obstáculos de 3.000 metros foi uma das duas modalidades exclusivamente
masculinas nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.
• Em 2008, foi
incorporada ao programa a corrida de obstáculos de 3.000 metros para mulheres.
Regras
• O número de voltas
depende da localização do fosso d’água, que pode estar na parte interna da
pista 1 ou na parte externa da pista 8 ou 9.
• Cada competidor
enfrenta 28 obstáculos e 7 fossos d’água - uma barreira seguida por um poço com
água.
• A altura do
obstáculo é 91,4 cm para homens e 76,2 cm para mulheres.
As barreiras da corrida não caem se forem
tocadas e os competidores às vezes ficam de pé sobre elas para ultrapassá-las.
Pontuação
• O competidor que
termina com o tempo mais rápido é declarado o vencedor.
Categorias olímpicas
disputadas
• Corrida com
obstáculos de 3.000 m para homens.
• Corrida com
obstáculos de 3.000 m para mulheres.
SALTO TRIPLO
História
Fontes
históricas dos Jogos da Grécia Antiga mencionam saltos de até 15 metros de
comprimento. Isto fez com que pesquisadores e historiadores concluíssem que
esta distância deveria ter sido alcançada com uma série de saltos, o que levou
ao conceito moderno do salto triplo. Porém, não há nenhuma evidência deste
salto ter sido incluído nos Jogos da Antiguidade e é possível que o registro de
distâncias tão grandes possam ter sido mais fruto da licença poética dos
autores de poemas sobre as vitórias gregas do que uma tentativa de fazer um
registro apurado dos resultados.
O
triplo salto faz parte da competição olímpica desde a primeira edição moderna
em Atenas 1896. O primeiro campeão olímpico foi o americano James Connolly. Nos
primeiros Jogos porém, os dois primeiros pulos do salto eram dados no mesmo pé
e então o salto final. Assim como no salto em distância, no início também havia
a modalidade do salto triplo sem corrida, apenas com a impulsão do corpo saindo
da inércia, modalidade não mais disputada. Ele estreou para as mulheres apenas
em Atlanta 1996, exatamente cem anos depois de sua introdução nos Jogos
Olímpicos, sendo vencido pela ucraniana Inessa Kravets, que também é a
recordista mundial da prova, com 15,50 m. O recorde mundial masculino é do
britânico Jonathan Edwards, com 18,29 m. Os atuais campeões olímpicos são
Christian Taylor dos Estados Unidos e Olga Rypakova do Cazaquistão.
De
todas as modalidades do atletismo olímpico, esta é a de maior tradição para o
mundo lusófono. O Brasil tem quatro grandes nomes na história do salto, com
Adhemar Ferreira da Silva, recordista mundial e bicampeão olímpico em Helsinque
1952 e Melbourne 1956, Nelson Prudêncio, recordista mundial e medalha de prata
na Cidade do México 1968 e bronze em Munique 1972[10] , João Carlos de
Oliveira, o "João do Pulo", recordista mundial e medalhas de bronze
em Montreal 1976 e Moscou 1980 e Jadel Gregório, três vezes medalha de prata em
mundiais e o recordista lusófono com 17,90 m; por seu lado, Portugal tem Nélson
Évora, campeão olímpico em Pequim 2008 e campeão mundial em Osaka 2007.
Técnica e regras
O
Triplo Salto é uma combinação de três saltos sucessivos que terminam com a queda
numa caixa de areia. A prova inicia-se com uma corrida de impulso. O salto
começa com o contacto da perna de impulsão tocando o solo (maior absorção de
impacto); segue-se uma pequena flexão da perna de impulsão (maior tensão
elástica); nesse momento a perna de impulsão sofre grande pressão (até 6 vezes
o peso do atleta), sendo que quanto maior o ângulo maior a pressão. A chamada é
realizada com um movimento de patada, onde o saltador faz um movimento brusco
com a perna para trás e para cima, tentando assim reduzir a perda de velocidade
horizontal. O ângulo resultante de saída é menor que o salto da distância. Por
fim, na fase de voo, deve-se corrigir o equilíbrio através da rotação
horizontal dos braços, colocando o centro de gravidade no lugar.
Numa
outra técnica, o salto realiza-se com a perna de elevação (+ fraca); dá-se o
toque sobre a planta do pé (maior absorção de impacto) e o movimento de
"patada" ativa na chamada para reduzir a perda de velocidade
horizontal; existe maior tempo de contacto com o solo; a fase de voo é próxima
da do salto em comprimento, e tem apenas como diferença a menor velocidade
horizontal, provocando uma menor fase de voo. Para tal utiliza-se outro tipo de
estilo - o tipo peito e o carpado. A correção do equilíbrio é feita através da
rotação horizontal de braços, na fase terminal.
A
Federação Internacional de Atletismo descreve a mecânica obrigatória do salto
da seguinte maneira:"o salto deve ser feito de tal maneira que o atleta
pouse, no primeiro salto, com o mesmo pé com que ele saltou após a corrida; o
segundo salto deve pousar com o pé trocado, o qual serve de impulsão para o
salto final dentro da caixa de areia"
Os
saltos são invalidados caso o atleta pise na borda ou em algum ponto tábua de
impulsão. A marca é medida da ponta da tábua até a primeira marcação do corpo
do saltador na caixa de areia. Assim como em várias outras modalidades do
atletismo, marcas conseguidas com vento a favor superior a 2 m/s não são
consideradas para recordes.
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