sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

9º ano Corrida com Barreiras e Salto Triplo

  9º ANO

Corrida com barreiras

Corredores participando de uma prova de 400 metros com barreiras.
Corridas com barreiras são provas de atletismo olímpico e consistem em corridas de velocidade que têm no percurso várias barreiras que os atletas têm que saltar.
Os 100 metros com barreiras são uma prova que é feita por mulheres e é a primeira prova do heptatlo. O equivalente masculino são os 110 metros com barreiras.
Os 100 e os 110 m com barreiras (o primeiro para mulheres, o último para homens) são provas de velocidade. Os obstáculos podem ser (e quase sempre são) derrubados, pois sua função é apenas dificultar a corrida dos atletas. Tanto a prova masculina como a feminina têm 10 barreiras no percurso.
Os 400 metros com barreiras são efectuados por ambos os sexos, os atletas também têm que ultrapassar 10 barreiras.
Em pista coberta a prova é efectuada em 60 metros, tanto para homens como para mulheres. A prova tem 5 barreiras.
Tal como nas provas de velocidade pura, os atletas partem dos blocos de partida.
Em relação ao modo como se passa a barreira:
1-atacar a barreira com a perna de ataque
2-passar a outra perna (perna de impulsão) lateralmente
3-usar os braços para equilibrar no momento de ataque da barreira, alternando o braço com a perna

Corrida de obstáculos a diferença da corrida com barreiras

• A corrida de obstáculos de 3.000 metros foi uma das duas modalidades exclusivamente masculinas nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.
• Em 2008, foi incorporada ao programa a corrida de obstáculos de 3.000 metros para mulheres.
Regras
• O número de voltas depende da localização do fosso d’água, que pode estar na parte interna da pista 1 ou na parte externa da pista 8 ou 9.
• Cada competidor enfrenta 28 obstáculos e 7 fossos d’água - uma barreira seguida por um poço com água.
• A altura do obstáculo é 91,4 cm para homens e 76,2 cm para mulheres.
 As barreiras da corrida não caem se forem tocadas e os competidores às vezes ficam de pé sobre elas para ultrapassá-las.
Pontuação
• O competidor que termina com o tempo mais rápido é declarado o vencedor.
Categorias olímpicas disputadas
• Corrida com obstáculos de 3.000 m para homens.

• Corrida com obstáculos de 3.000 m para mulheres.


SALTO TRIPLO
História
Fontes históricas dos Jogos da Grécia Antiga mencionam saltos de até 15 metros de comprimento. Isto fez com que pesquisadores e historiadores concluíssem que esta distância deveria ter sido alcançada com uma série de saltos, o que levou ao conceito moderno do salto triplo. Porém, não há nenhuma evidência deste salto ter sido incluído nos Jogos da Antiguidade e é possível que o registro de distâncias tão grandes possam ter sido mais fruto da licença poética dos autores de poemas sobre as vitórias gregas do que uma tentativa de fazer um registro apurado dos resultados.
O triplo salto faz parte da competição olímpica desde a primeira edição moderna em Atenas 1896. O primeiro campeão olímpico foi o americano James Connolly. Nos primeiros Jogos porém, os dois primeiros pulos do salto eram dados no mesmo pé e então o salto final. Assim como no salto em distância, no início também havia a modalidade do salto triplo sem corrida, apenas com a impulsão do corpo saindo da inércia, modalidade não mais disputada. Ele estreou para as mulheres apenas em Atlanta 1996, exatamente cem anos depois de sua introdução nos Jogos Olímpicos, sendo vencido pela ucraniana Inessa Kravets, que também é a recordista mundial da prova, com 15,50 m. O recorde mundial masculino é do britânico Jonathan Edwards, com 18,29 m. Os atuais campeões olímpicos são Christian Taylor dos Estados Unidos e Olga Rypakova do Cazaquistão.
De todas as modalidades do atletismo olímpico, esta é a de maior tradição para o mundo lusófono. O Brasil tem quatro grandes nomes na história do salto, com Adhemar Ferreira da Silva, recordista mundial e bicampeão olímpico em Helsinque 1952 e Melbourne 1956, Nelson Prudêncio, recordista mundial e medalha de prata na Cidade do México 1968 e bronze em Munique 1972[10] , João Carlos de Oliveira, o "João do Pulo", recordista mundial e medalhas de bronze em Montreal 1976 e Moscou 1980 e Jadel Gregório, três vezes medalha de prata em mundiais e o recordista lusófono com 17,90 m; por seu lado, Portugal tem Nélson Évora, campeão olímpico em Pequim 2008 e campeão mundial em Osaka 2007.

Técnica e regras

O Triplo Salto é uma combinação de três saltos sucessivos que terminam com a queda numa caixa de areia. A prova inicia-se com uma corrida de impulso. O salto começa com o contacto da perna de impulsão tocando o solo (maior absorção de impacto); segue-se uma pequena flexão da perna de impulsão (maior tensão elástica); nesse momento a perna de impulsão sofre grande pressão (até 6 vezes o peso do atleta), sendo que quanto maior o ângulo maior a pressão. A chamada é realizada com um movimento de patada, onde o saltador faz um movimento brusco com a perna para trás e para cima, tentando assim reduzir a perda de velocidade horizontal. O ângulo resultante de saída é menor que o salto da distância. Por fim, na fase de voo, deve-se corrigir o equilíbrio através da rotação horizontal dos braços, colocando o centro de gravidade no lugar.
Numa outra técnica, o salto realiza-se com a perna de elevação (+ fraca); dá-se o toque sobre a planta do pé (maior absorção de impacto) e o movimento de "patada" ativa na chamada para reduzir a perda de velocidade horizontal; existe maior tempo de contacto com o solo; a fase de voo é próxima da do salto em comprimento, e tem apenas como diferença a menor velocidade horizontal, provocando uma menor fase de voo. Para tal utiliza-se outro tipo de estilo - o tipo peito e o carpado. A correção do equilíbrio é feita através da rotação horizontal de braços, na fase terminal.
A Federação Internacional de Atletismo descreve a mecânica obrigatória do salto da seguinte maneira:"o salto deve ser feito de tal maneira que o atleta pouse, no primeiro salto, com o mesmo pé com que ele saltou após a corrida; o segundo salto deve pousar com o pé trocado, o qual serve de impulsão para o salto final dentro da caixa de areia"
Os saltos são invalidados caso o atleta pise na borda ou em algum ponto tábua de impulsão. A marca é medida da ponta da tábua até a primeira marcação do corpo do saltador na caixa de areia. Assim como em várias outras modalidades do atletismo, marcas conseguidas com vento a favor superior a 2 m/s não são consideradas para recordes.


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