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quarta-feira, 25 de maio de 2016
GALERA BASQUETEBOL O QUE CONVERSAMOS EM AULA
BASQUETEBOL
FUNDAMENTOS
BASQUETEBOL
Passes
Passe de peito
O passe de peito é aquele em que o
jogador traz a bola junto ao peito, com o peso do corpo na perna coordenando o
movimento dos braços com o pulso. A bola é mantida sempre à frente do corpo,
devendo ser lançada com as mãos na direção do movimento.
Passe picado
O passe picado é muito parecido com o
passe de peito, só que a bola deve tocar o chão antes de chegar até as mãos da
outra pessoa que vai recebê-la.
Passe por cima da
cabeça
Neste passe eleva-se a bola a uma
altura acima da cabeça com ambos os braços, sem baixá-los.
Passe gancho
A bola é segurada pela mão que a
lançará bem junto ao punho, os dedos devem estar espalhados na bola. Com um
passo atrás ou para o lado, dar um salto com um giro no ar simultâneo ao
lançamento da bola através de um movimento ao redor do braço.
Passe de ombro
Neste passe, a bola é segurada com
ambas as mãos, com os dedos apontados para cima. Os cotovelos devem ser
mantidos flexionados, a bola se manterá junto ao corpo com o ombro alto e a
execução do passe deve ser feita pela extensão do braço, cotovelo e punho.
Drible
Para executar o drible o corpo deve
estar abaixado, cabeça elevada, joelhos flexionados, devendo impulsionar a bola
com a flexão do pulso.
Arremesso
Bandeja
É um arremesso feito em movimento,
podendo ser através de um passe ou driblando o adversário. Em ambos, o jogador
tem direito a dois tempos rítmicos, ou seja, ao receber a bola ou interromper o
drible, o jogador escolhe o pé de apoio (1°tempo rítmico), tendo direito ao
segundo tempo rítmico com mais um passo. A bola deverá ser arremessada à cesta
antes que o jogador toque o solo.
Com uma das mãos
Partindo da posição fundamental, com
o peso do corpo na perna da frente, bola na altura do peito, o jogador deverá
flexionar as pernas simultaneamente à elevação da bola acima da cabeça. O
arremesso se finaliza com a extensão completa do braço, pulso flexionado e com
o último contato da bola através das pontas dos três dedos médios da mão.
Jump com drible e
parada
Este tipo de arremesso é feito em
direção à cesta, parando numa posição de equilíbrio, flexionando as pernas,
saltando elevando a bola acima e à frente da cabeça com ambas as mãos, devendo
executar o arremesso com apenas uma delas.
Gancho
O jogador com a posse da bola, dribla
em direção à cesta mantendo seu corpo entre a bola e o adversário. Devendo
parar e olhar para a cesta, devendo saltar girando o corpo no ar com o
lançamento da bola em movimento circundante do braço, caindo de frente para a
cesta.
Lance-livre
Este arremesso é feito com apenas uma
das mãos, devendo ser efetuado da linha do lance-livre, sem marcação e tendo
cinco segundos para a execução. É necessário que o jogador mantenha o peso do
seu corpo na perna da frente, devendo concentrar-se e bloquear a respiração
antes do arremesso.
Rebote
Devendo partir da posição de guarda,
o jogador da defesa procura evitar que o adversário tome a sua frente para o
rebote através e um trabalho de pernas. Durante o lançamento da bola é
importante que o defensor não olhe para a trajetória da bola e sim para o
jogador que esteja marcando.
Objetivo do jogo,
quadra e tempo
Cada equipe tem o objetivo de
fazer cestas no aro adversário – cada cesta pode valer um, dois ou três pontos
– para vencer a partida. Os dois times devem ter 12 jogadores, mas apenas cinco
de cada lado na quadra de jogo.
Mas as grandes
diferenças do basquetebol para outras modalidades semelhantes se baseiam nas
delimitações da quadra e dos tempos estipulados para cada ação dentro da
partida. O piso é cheio de demarcações que, além de indicarem setores, também
definem que tipo de jogadas podem ser realizadas em cada área
(veja imagem abaixo).
(Foto: Arte/GloboEsporte.com)
– A quadra de basquete mede 28m por
15m. As linhas têm cinco centímetros demarcatórios e temos as linhas laterais,
de fundo, central, círculo central e os garrafões que são chamadas de áreas
restritivas e dentro delas as especializações que indicam o rebote para o lance
livre, a zona de semicírculo sem carga, além da linha dos três pontos. Essas
são as demarcações horizontais, além do tablado, aro e a cesta – explica
Jonathas Oliveira.
O tempo de cada ação também é
fundamental no basquetebol. Um jogo é dividido em dois períodos com quatro
tempos (ou quartos) de 10 minutos. Os jogadores têm apenas dois minutos de
intervalo do primeiro para o segundo e do terceiro para o quarto tempos. Já
entre o segundo e terceiro, são 15 minutos de descanso.
Além disso, a própria partida
estipula alguns tempos. Cada equipe, ao receber a bola no campo de defesa, tem
apenas oito segundos para passar do meio da quadra e 24 segundos para
arremessar contra o aro adversário. Caso passe dessa marcação, a posse de bola
será revertida para o oponente. De acordo com o professor Jonathas, são esses
limites que tornam o esporte mais atrativo e divertido para quem o pratica.
– Outra regra é que eu não posso
ficar segurando a bola por mais de cinco segundos sem jogar. Caso faça isso,
também perco a posse. O jogo tem esse objetivo de passar a bola e converter a cesta.
Isso dá mais dinâmica ao jogo e diferencia o basquete de outros esportes como o
futsal, no qual não há um tempo de ataque.
Faltas e violações
Outro aspecto importante do basquete
são as faltas e as violações. O jogo é controlado por um árbitro e dois fiscais
que verificam o cumprimento das regras durante os 40 minutos. As violações são
ações proibidas pelo regulamento como: andar com a bola, pisar na linha na hora
de uma cobrança ou arremesso e violar os tempos de ataque, dentre outras. Essas
violações paralisam o jogo e dão a posse de bola para o adversário.
Já as faltas podem ser marcadas por
contato físico além do normal ou por conduta inadequada durante a partida.
Existem faltas pessoais e duplas por contato – quando um ou dois jogadores do
mesmo time estão envolvidos no lance – além da técnica, que advém de uma
atitude antidesportiva dos atletas ou do técnico. Para este último tipo, a
equipe adversária ganha o direito de bater dois lances livres sem rebote, além
de ficar com a posse de bola – no caso das faltas pessoais e duplas, as
cobranças variam de acordo com a situação do jogo.
O pior tipo de falta é a
desqualificante, que funciona como um cartão vermelho no futebol. Um atleta que
tem um ato violento ou de desrespeito em quadra é expulso e não pode mais
voltar ao jogo.
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