quarta-feira, 8 de agosto de 2018
7º ANO - VOLEIBOL QUADRA - MEDIDAS
Quadra de Voleibol [Linhas, Medidas, Zonas, …]
Source: https://sportsregras.com/quadra-voleibol-linhas-medidas-zonas/
7º ANO - CONTEÚDO DE PROVA CONDICIONAMENTO FÍSICO
CONDIONAMENTO FÍSICO
Condicionamento físico : é uma capacidade conquistada após
treinos físicos específicos. O condicionamento físico tem
vários componentes como potência, força, velocidade, equilíbrio, agilidade,
coordenação motora, e resistência (que são as capacidades físicas).
Esta relacionado ao treinamento específico das
capacidades físicas para determinada modalidade.
Para Que
Serve O Condicionamento Físico?
Você gostaria saber para que serve o condicionamento físico?
O seu conceito pode ser definido como ato ou efeito de
condicionar o corpo tornando-o apto para a realização de tarefas motoras
específicas.
E para que isso aconteça é preciso trabalhar com treinamentos
as diversas valências físicas ou capacidades do corpo.
E essas capacidades físicas são potência, força, velocidade,
equilíbrio, agilidade, coordenação motora, flexibilidade e a resistência.
Em relação à saúde podemos dizer que significa a capacidade
do sistema cardiovascular e do sistema respiratório de trabalharem em conjunto
com o músculo esquelético.
Esse trabalho em conjunto produz a energia necessária para as
tarefas do cotidiano com o mínimo de dor e cansaço. São os chamados movimentos funcionais.
Em outras palavras um bom condicionamento físico voltado para
a saúde, proporciona ao indivíduo uma melhor aptidão física, que é a capacidade
de realizar tarefas diárias com vigor e vivacidade.
Estando bem condicionado fisicamente confere ao indivíduo a
capacidade de executar tarefas do cotidiano sem o risco de lesões, com menor
esforço e ainda com maior rendimento.
Qual A Importância Do Condicionamento Físico?
Todos nós sabemos que praticar uma atividade
física é essencial tanto para a saúde física quanto mental.
Fazer exercícios físicos significa condicionar o
próprio corpo, isso é importante tanto para atletas como pessoas comuns.
Para pessoas comuns estar
bem condicionado fisicamente não significa necessariamente atividade física
intensa, desgastante ou exercícios físicos monótonos.
Para obter um
bom condicionamento físico, é preciso apenas manter
periodicidade ou a regularidade na prática de exercícios.
Isso vai possibilitar uma
vida mais plena com saúde e melhor qualidade de vida.
Já para os atletas é necessário uma intensidade maior e estar
no auge do seu condicionamento proporciona a execução de movimentos específicos
do seu esporte com a maior a precisão possível.
Saber reconhecer que um bom condicionamento físico pode
beneficiar a nossa vida ajuda a reforçar ainda mais a sua necessidade e
importância, em termos de disciplina e dedicação em um treino físico.
Benefícios Do Condicionamento Físico
O nosso corpo foi programado para movimentar-se
e ser sempre o mais eficiente possível.
À medida que praticamos as mais variadas
atividades físicas e com tipos diferentes de exercícios melhora também nosso
condicionamento.
Entre os principais benefícios podemos destacar:
- O controle do peso corporal;
- A prevenção e tratamentos de doenças;
- A redução da taxa de colesterol e gordura;
- A diminuição do risco de lesões;
- A melhora do humor;
- A boa qualidade do sono, entre outras.
O condicionamento físico é importante para se
viver saudável e ter uma longevidade maior com qualidade e com
ausência de doenças.
A busca por um bom condicionamento físico deve
ser contínua, ou seja, promovida ao longo dos anos para obtenção de uma
qualidade de vida saudável.
Independente de ser atleta ou não, manter um bom
condicionamento pode facilitar as realização das tarefas do dia a dia, deixando
o corpo mais resistente.
Portanto procure praticar exercícios com
regularidade e com acompanhamento profissional. A sua saúde só tem a ganhar com
isso.
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O Papel do Profissional da Educação Física
Cabe ao profissional da
Educação física fazer uma boa anamnese do seu aluno para identificar quais são
os gostos pessoais, as afinidades e as aptidões naturais de seu aluno, para, na
medida do possível, propor atividades que ele goste e com as quais se
identifique. O profissional também deve orientar seu aluno quanto ao correto
repouso e alimentação adequados para otimizar os resultados do treinamento. Se
preciso, deverá se aliar a outros profissionais da saúde como nutricionistas e
médicos para melhor atender seu aluno.
FONTE: https://saudesporte.com.br/condicionamento-fisico-para-que-serve/
8º ANO - CONTEÚDO DE PROVA - NUTRIÇÃO ESPORTIVA
Nutrição esportiva é a área que
aplica a base de conhecimentos em: nutrição, fisiologia e bioquímica no esporte e atividade física. Os principais objetivos da nutrição
esportiva são: Aumentar o desempenho físico, desportivo, evolucional e
hibernolar do atleta ou jogadores.
A nutrição esportiva é uma área acadêmica intimamente
relacionada ao curso de educaçao fisica e ao curso de Nutrição (Lollo et al.,
2004[1]). A alimentação é responsável
por manter nossa produção de energia estável de
maneira a possibilitar todas as reações orgânicas em nosso corpo e fazer com que seja
possível crescermos. Nosso corpo é estruturado basicamente por água,
proteínas, gordura e minerais, e estes componentes
precisam ser fornecidos ao organismo pela alimentação.
Desta forma a nutrição esportiva pode
auxiliar um programa de exercícios com finalidade específica, seja para
melhoria da saúde (por exemplo: emagrecimento), aumento de força ou cognutrição
muscular.
Atualmente a nutrição esportiva é considerada
por alguns autores como o segundo fator que mais influencia o desempenho
de atletas, sendo o primeiro
fator o treinamento. Obviamente depende-se da modalidade esportiva em questão,
para um maratonista a nutrição esportiva é muito mais importante que para um
atleta do tiro com arco. Neste caso, a psicologia esportiva provavelmente será o segundo fator mais
importante.
Por apresentarem mais massa muscular,
os atletas têm um
metabolismo basal de cerca de 5% maior do que os sedentários. Devido ao treinamento,
para uma mesma carga, um treinado tem um gasto menor de energia.
Alimentação
e o treino
Comer pouco é prejudicial ao
rendimento, por outro lado a comida em excesso não levará a um rendimento
superior. Esse conceito vale tanto para o dia inteiro do atleta quando para
cada refeição – o atleta deve procurar fazer refeições pequenas. Refeições
grandes o impedirão de treinar por várias horas. O aumento na ingestão precisa
ocorrer, mas deve ser bem distribuído e levar em conta que o gasto energético
do atleta pode variar de acordo com a fase de treino em que ele se encontra.
Durante a atividade o consumo
energético sobe de acordo com a intensidade. Sendo assim é esperado que uma
competição apresente um gasto energético maior do que um treino com a mesma
duração.
Um dos problemas do atleta é na
verdade conseguir ingerir as calorias necessárias porque algumas modalidades
juntam uma alta necessidade calórica com um elevado número de horas de treino
diário. Imagine um triatleta que durma 8 horas e treine 6 horas, necessitando
de 6 mil calorias por dia. Ele precisa ingeri-las em 10 horas ou terá que
ingerir muitas calorias durante o treino, normalmente sob a forma de
suplementação. .
Alimentação
competitiva
A alimentação base ou de
treinamento deve garantir a necessidade energética ao longo de todo ano. Deve
ser variada, balanceada e de fácil digestão.
No momento do treinamento o
estômago não deve estar vazio, mas não pode estar cheio também. O estômago cheio
trará problemas hemodinâmicos e o estômago totalmente vazio reduz a mobilização
de glicose e gorduras.
Nos dias que antecedem a
competição, os estoques energéticos do atleta devem estar nos níveis ideais. É
nessa fase que devem ocorrer as adaptações em relação aos horários das
refeições. Deve-se procurar simular o conteúdo e horário das refeições da mesma
forma que se pretende usar no dia da competição. Essa alimentação deve ser
adotada pelo menos 2 dias antes do evento e alguns atletas preferem iniciá-la
até mesmo uma semana antes.
Última refeição
Os objetivos principais desta
refeição são fornecer CHO e hidratar o atleta. Deve-se levar em conta que o
estresse pré-competitivo pode alterar o fluxo sanguíneo para o trato digestivo,
prejudicando a absorção do alimento.
A última refeição sólida deve ser
feita por volta de 3-4 horas antes da atividade. Lembrando que quanto maior o
conteúdo de gordura na refeição, mais tempo a digestão levará. As proteínas são
o segundo nutriente mais lento para digerir. Deve-se evitar também alimentos
que produzem gases, como legumes e outros ricos em fibras.
A alimentação pré-competitiva
deve ser controlada porque muitos atletas (por estresse) não sentem fome nesse
momento e dessa forma correm o risco de hipoglicemia durante a atividade. Como
os açúcares simples ficam pouco tempo no sangue (alguns apenas 10 minutos), é
conveniente misturar tipos de açúcar diferentes e complexos para que a glicemia
seja mantida. Alguns cereais fornecem CHO que mantêm a glicemia estável por até
4 horas. Para provas longas é fortemente recomendado ingerir CHO complexos
(baixo índice glicêmico) antes da competição porque eles entrarão na corrente
sanguínea vagarosamente e manterão a glicemia estável por muito tempo.
Pré-competição imediata]
Normalmente, deve-se ingerir
bebidas carboidratadas nesse momento para garantir o estoque máximo no momento
da largada e nos primeiros momentos da prova. Para provas longas, essa
estratégia assegura que o atleta estará hidratado e com boa glicemia até que a
alimentação prevista para ocorrer durante a prova inicie.
Caso a refeição ocorra por volta
de uma hora antes da atividade e seja composta por CHO de alto índice
glicêmico, os resultados podem ser prejudiciais. Esse tipo de CHO eleva
rapidamente a glicemia, levando a uma liberação excessiva de insulina e
resultando numa hipoglicemia de rebote. Junto a isso, a insulina em alta inibe
a mobilização de gorduras, acarretando também uma depleção mais acelerada de
glicogênio muscular. O CHO que é ingerido antes da competição não causará
hipoglicemia se o atleta fizer o consumo já em exercício, como no aquecimento.
Em relação ao tipo de CHO, a
frutose não é uma boa escolha. Apesar de gerar uma resposta insulínica pequena,
seu efeito sobre o rendimento é muito pequeno e costuma gerar desconforto
gastrintestinal.
Durante a competição]
Durante o exercício outros
fatores que não a insulina estão agindo e favorecem a entrada de glicose na
célula sem mediação de insulina. A própria contração muscular facilita a
absorção de glicose também. Por isso o consumo de CHO durante o exercício não
leva a uma liberação de insulina.
A concentração de CHO a ser
ingerida durante a atividade é alvo de diversas pesquisas. Os estudos já
avaliaram desde 2-3% de concentração até mais de 20%. O tipo de CHO também
importa e a concentração adotada normalmente é inversamente proporcional à
intensidade do exercício. Internacionalmente recomenda-se que durante a
atividade a concentração de carboidrato fique abaixo de 10% para a maioria das
atividades.
Soluções contendo polímeros de
glicose, como a maltodextrina, favorecem a absorção de água e o esvaziamento
gástrico, que se encontra prejudicado após a ingestão de soluções muito
concentradas com outros tipos de açúcar. A adição de uma pequena quantidade de
sódio facilita também a absorção e retenção líquida. Esse sódio possui outro
efeito positivo que é repor parcialmente o sódio perdido pelo suor, ajudando a
evitar a hiponatremia em atividades longas.
A quantidade de líquido que um
atleta pode ingerir em atividade varia dentro de certa faixa individual, mas de
maneira geral a partir de 1,5 L por hora podem começar a surgir desconforto
gastrintestinal. A ingestão de água pura durante o exercício é menos eficiente
do que a bebida carboidratada e com eletrólitos. Isso ocorre porque essas
bebidas mantêm a osmolalidade do sangue superior à da água e com isso o
hormônio antidiurético mantém seu estímulo de reabsorção da água pelos rins,
produzindo menos urina.
Pós-competição]
A alimentação logo após o evento
(ou o treino) é importantíssima pelo seu poder regenerativo. Normalmente segue
esta ordem: imediatamente - carboidratos líquidos; por volta de uma hora depois
- carboidratos de fácil digestão; proteínas e carboidratos numa refeição mais
completa depois. Neste momento deve-se evitar a ingestão de gorduras porque
quanto mais rápida for a digestão, melhor.
Muitas pesquisas vêm sendo feitas
comparando o efeito da alimentação pós esforço combinando CHO e proteína.
Muitas delas mostram que a adição de proteína (de forma líquida e isenta de
gordura) à refeição imediatamente após a atividade é melhor do que simplesmente
CHO para promover uma recuperação mais rápida.
Após o exercício a absorção de
CHO pelas células é facilitada pelos transportadores de glicose intracelulares
GLUT 4, que favorecem a entrada de glicose na célula por até 4 horas após a
atividade.
Além do alimento consumido
imediatamente após a competição (que preferencialmente deve ser um líquido
carboidratado), é preciso atentar para a refeição sólida que virá horas depois.
Um costume de realizar comemorações após eventos, normalmente vai contra os
princípios da recuperação, pois nessas ocasiões o conteúdo da refeição costuma
ser rico em gordura e às vezes até álcool, o que é exatamente o que o corpo menos
precisa naquela hora. Esse tipo de costume deve ser evitado no esporte amador e
totalmente abolido no esporte de alto nível.
O
exercício em jejum]
A prática de exercício em jejum não é
indicada para atletas porque pode levar a crises hipoglicêmicas e perda
momentânea da consciência. Além disso, o exercício em jejum depende muito dos
níveis glicêmicos de jejum, algumas pessoas sentem-se bem e outras não
conseguem nem imaginar se exercitar em jejum.
Uma alternativa para quem, por uma questão de
horários, precisa se exercitar antes do café da manhã, é consumir soluções
carboidratadas imediatamente antes da atividade ou durante o aquecimento, o que
permitirá a execução de exercícios por mais tempo e com uma intensidade maior
do que se ficasse em jejum.
Fonte:
http://linksaudavel.com.br/tabela-de-cruzamento-rh-tipo-sanguineo-positivo-e-negativo/
9º ANO - CONTEÚDO DE PROVA MARKETING ESPORTIVO
Marketing esportivo, segundo Sgobi
(2006), é a utilização do esporte como ferramenta de comunicação corporativa ou
institucional.
Segundo Pitts & Stotlar (2006),
"Marketing Esportivo é o processo de elaborar e implementar atividades de
produção, formatação de preço, promoção e distribuição de um produto esportivo
para satisfazer as necessidades ou desejos de consumidores e realizar os
objetivos da empresa".
Para Contursi (1996), o Marketing Esportivo
abrange o marketing do esporte e o marketing através do esporte. Marketing do
esporte: marketing desenvolvido dentro das instituições esportivas, que inclui
produtos e serviços esportivos. Exemplos: academias, clubes, corridas,
basquete, futebol. Marketing através do esporte: atividades ou produtos que
fazem o uso do esporte como veículo promocional ou de comunicação. Exemplos:
patrocínio esportivo, ações de ativação, produtos licenciados.[3]
O marketing esportivo
refere-se à aplicação específica dos princípios e processos do marketing a produtos de
esporte (times, ligas, eventos, etc.).
É uma nova área de marketing que
atua dentro da indústria do esporte,
movimentando bilhões em todo o mundo. Para se ter uma ideia a Copa do Mundo da
África tinha uma estimativa de gerar algo perto de US$ 3,3 Bilhões de receita.
É o uso da publicidade e propaganda aplicado
as peculiaridades dos esportes. Essas peculiaridades referem-se ao esporte como
fonte de entretenimento, onde a paixão e a emoção estão à todo momento em jogo,
possibilitando maior aceitação de possíveis ações de marketing, já que
inicialmente aquele momento é de diversão.
Além disso, por muitas vezes envolver amor
por uma nacionalidade, clube ou atleta, o marketing esportivo liga-se
diretamente aos torcedores nos momentos de conquistas. Por outro lado, os
fatores negativos que seleções, clubes ou atletas podem causar também devem ser
levados em conta.
No Brasil
Segundo pesquisa da USP de 2002,
a indústria do esporte emprega mais de 300 mil pessoas no Brasil, movimenta R$
25 bilhões por ano e cresce 12,34% ao ano.
O primeiro evento esportivo
oficial do Brasil, a ser patrocinado exclusivamente pela iniciativa privada,
foi o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1987, denominado Copa União,
organizado pelo Clube dos 13. Os patrocinadores foram: TV Globo, Coca Cola,
Varig, Editora Abril e Dover Indústria de Plásticos. O projeto foi desenvolvido
por João Henrique Areias, então VP de Marketing do Flamengo, que o comercializou
juntamente com Celso Grellet, diretor de marketing do São Paulo. Este é um dos
cases do livro Uma Bela Jogada - 20 anos de Marketing Esportivo, lançado por
Areias em 2007.
Os patrocínios aos uniformes dos
clubes do futebol brasileiro somaram R$ 330 milhões em 2011, conforme estudo
realizado pela Global Sports Network (GSN)
Entidades de
fomento e pesquisa
Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo - IBME: Criado no ano de 2006, o
IBME tem por objetivos promover o desenvolvimento do marketing esportivo no
Brasil, realizando ações como a organização de eventos, pesquisas e o
engajamento entre os profissionais da área. A entidade organiza anualmente, em
Florianópolis, o Encontro Nacional de Marketing Esportivo, que reúne
profissionais de todo o pais para debater as principais do marketing esportivo.
·
Sociedade Brasileira de Gestão e Marketing Esportivo - SBGME
6º ANO - Conteúdo de Prova Capacidades Físicas
CAPACIDADES FÍSICAS
Capacidades Físicas são definidas como todo
atributo físico treinável num organismo humano. Em outras palavras, são todas
as qualidades físicas motoras passíveis de treinamento comumente classificadas
em diversos tipos.
Muitas vezes, deficiências em algumas capacidade físicas podem
levar uma pessoa a experimentar dificuldades para participar de certas
manifestações da Cultura de Movimento.
É através das capacidades físicas que se conseguem executar
ações motoras, desde as mais simples às mais complexas (andar,
correr, saltar, nadar, etc).
O fato de ser mais veloz, mais flexível ou mais forte tem
uma origem hereditária, transmissível de pais para filhos, mas
também tem a ver com a forma como vamos desenvolvendo/treinando
as referidas capacidades ao longo dos anos.
As capacidades físicas podem ser assim definidas:
AGILIDADE: "Capacidade de executar movimentos rápidos e ligeiros com mudança
de direção."
FLEXIBILIDADE: "Capacidade de realizar movimentos em certas articulações com
amplitude de movimento apropriada."
FORÇA: "Capacidade de exercer tensão contra uma resistência, que ocorre
por meio de ações musculares."
FORÇA ISOTÔNICA (DINÂMICA) – É o tipo de força que envolve
os músculos dos membros em movimento ou suportando o peso do próprio corpo
em movimentos repetidos.
FORÇA ISOMÉTRICA (ESTÁTICA) – É o tipo de força que explica
o fato de haver força produzindo calor e não havendo produção de
trabalho em forma de movimento.
FORÇA EXPLOSIVA (POTÊNCIA) – Habilidade de exercer o
máximo de energia em um ato
explosivo.
P = Fdin x V
Potência é igual a Força dinâmica x a Velocidade.
RESISTÊNCIA: "Capacidade de sustentar uma dada carga de atividade o mais longo
tempo possível sem fadiga."
RESISTÊNCIA AERÓBICA:
Permite manter por um determinado período de tempo, um
esforço em que o consumo de O2 equilibra-se com a sua absorção (STEADY – STATE),
sendo os esforços de fraca ou média intensidade.
RESISTÊNCIA ANAERÓBICA: Permite manter por um determinado período de tempo, um
esforço em que o consumo de O2 é superior a sua absorção, acarretando um débito de O2 e
que somente será recompensado em repouso, sendo os esforços de grande intensidade.
RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA (RML): É a capacidade do músculo em trabalhar contra uma resistência moderada durante
longos períodos de tempo.
esforço em que o consumo de O2 equilibra-se com a sua absorção (STEADY – STATE),
sendo os esforços de fraca ou média intensidade.
RESISTÊNCIA ANAERÓBICA: Permite manter por um determinado período de tempo, um
esforço em que o consumo de O2 é superior a sua absorção, acarretando um débito de O2 e
que somente será recompensado em repouso, sendo os esforços de grande intensidade.
RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA (RML): É a capacidade do músculo em trabalhar contra uma resistência moderada durante
longos períodos de tempo.
VELOCIDADE: "Capacidade de executar movimentos cíclicos na mais alta
velocidade individual possível."
VELOCIDADE DE
DESLOCAMENTO: Capacidade máxima de uma pessoa deslocar-se
de
um ponto a outro.
VELOCIDADE DE REAÇÃO: Rapidez com a qual uma pessoa é capaz de responder a um
estímulo (visual, auditivo ou tátil). Tempo requerido para ser iniciada a resposta a um
estímulo recebido.
VELOCIDADE DE MEMBROS: Capacidade de mover membros superiores e ou inferiores
tão rápido quanto possível.
um ponto a outro.
VELOCIDADE DE REAÇÃO: Rapidez com a qual uma pessoa é capaz de responder a um
estímulo (visual, auditivo ou tátil). Tempo requerido para ser iniciada a resposta a um
estímulo recebido.
VELOCIDADE DE MEMBROS: Capacidade de mover membros superiores e ou inferiores
tão rápido quanto possível.
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Equilíbrio:
"É a qualidade física conseguida por uma combinação de ações musculares
com o propósito de assumir e sustentar o corpo sobre uma base, contra a lei
da gravidade. Pode ser de 3 tipos: dinâmico, estático e recuperado.
Equilíbrio
estático: adquirido em determinada posição;
Equilíbrio
dinâmico: adquirido durante o movimento;
Equilíbrio
recuperado: explica a recuperação do equilíbrio após o
corpo ter estado em movimento.
Coordenação
Motora (destreza): "É a capacidade física que
permite realizar uma sequência de exercícios de forma coordenada."
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BARBANTI, V.J. Dicionário de educação física e esporte. 2. ed. São
Paulo: Manole, 2003.
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
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