quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

7º /8º/ 9º anos Arremesso de peso

7º /8º/ 9º anos

ARREMESSO DE PESO

Arremesso de peso é uma modalidade olímpica de atletismo, onde os atletas competem para arremessar uma bola de metal o mais longe possível. As qualidades principais do atleta campeão são a força e a aceleração. Ao contrário do lançamento de dardo, lançamento de martelo e lançamento de disco, este esporte é chamado oficialmente de arremesso devido ao fato do peso ser empurrado e os demais serem projetados com características diferentes.

História

Desde a Grécia Antiga existem menções a arremessos de pesos. Homero fala de competições de arremessos de pedras entre soldados gregos durante o cerco de Troia mas não existe registro de arremessos praticados durante os Jogos Olímpicos da Antiguidade. O primeiro registro de competições com arremessos vem das Highlands na Escócia e datam aproximadamente do século I da Era Cristã. No século XVI, o rei Henrique VIII da Inglaterra já participava de competições na corte praticando o lançamento de martelo.
Os primeiros eventos que tem semelhança com o moderno arremesso de peso ocorreram na Idade Média, quando soldados competiam arremessando balas de canhão o mais longe possível. No início do século XIX, escoceses promoviam torneios onde atiravam cubos, pedras ou metais arredondados à distância por trás de uma linha. Os primeiros registros da competição como é conhecida hoje vem da Escócia do início do século XIX e depois se tornaram parte do Campeonato Britânico Amador de Atletismo iniciado em 1866.
Integrando os Jogos Olímpicos desde Atenas 1896, só em Londres 1948 passou a ser disputado pelas mulheres. Robert Garrett, dos Estados Unidos, e Micheline Ostermeyer, da França, foram os primeiros campeões olímpicos. O recorde mundial pertence ao norte-americano Randy Barnes – 23,12 m – e entre as mulheres a melhor marca é da soviética Natalya Lisovskaya – 22,63 m.
Regras

A bola oficial masculina tem uma massa de 7,26 kg e é geralmente feita de bronze ou ferro fundido e chumbo, possuindo cerca de 12 cm de diâmetro. Na categoria feminina ela pesa 4 kg e seu diâmetro é de 9 cm aproximadamente.
O arremessador tem uma área restrita circular de diâmetro 2,135 m (7 pés) para se locomover, com um anteparo semicircular de concreto ou madeira de 10 cm de altura no limite frontal dela; no início do lançamento, o peso deve estar colocado entre o ombro e o pescoço do atleta e arremessado com as pontas dos dedos, e não com a palma da mão. Durante o lançamento, o atleta deve rodar sobre si mesmo e arremessar (técnica com giro). A marca obtida em cada arremesso é medida a partir do primeiro lugar onde o peso bater no chão, dentro de um setor pré-determinado com 35° de abertura; o atleta não pode tocar no anteparo do chão, nem ultrapassá-lo com o pé e o arremesso deve ser sempre feito numa linha acima do ombro. Caso ele deixe o círculo antes do peso tocar o solo ou se retirar dele pela frente ou pelo lado, o arremesso é invalidado.
Em competições oficiais, se houver até oito competidores participando, cada atleta tem direito a seis lançamentos. Quando há mais de oito, cada um tem direito a três lançamentos e somente os oito primeiros fazem mais três lançamentos. A posição na classificação é determinada pela distância obtida no maior arremesso válido; em, caso de empate, vale a segunda maior marca do atleta.

A técnica do giro, a mais usada atualmente, em que o atleta faz o movimento giratório com o corpo semelhante ao lançamento de disco conseguindo maior impulsão, foi primeiramente usada pelo soviético Aleksandr Baryshnikov no começo da década de 1970, depois de criada por seu técnico Viktor Alexeyev; com ela, Baryshnikov conquistou o recorde mundial da modalidade em 1976, fazendo a marca de 22,00 m.

7º /8º/ 9º anos Salto em Altura para prova teórica

Não teve Prática, porem pode cair na prova teórica . 

7º /8º/ 9º anos
Salto em altura


O salto em altura é dividedo por diversas fases:

CORRIDA DE APROXIMAÇÃO
A corrida de balanço é feita em forma de “J”, com uma primeira parte em reta (o atleta deve inclinar-se ligeiramente para frente para acelerar) e uma segunda parte em curva (o atleta deve inclinar-se para o lado de dentro da curva). A velocidade deve aumentar progressivamente durante a corrida até o atleta atingir uma velocidade ótima.
CHAMADA
Na chamada o atleta deve fazer um apoio rápido e ativo do pé no solo, num movimento de patada. Esse apoio deve ser feito na linha da trajetória da corrida. No final da chamada o tronco deve estar ereto, a perna de impulsão em extensão completa e a coxa da perna livre deve subir até à horizontal.
VÔO
Na primeira parte da fase de vôo (enquanto o atleta está subindo), a posição do final da chamada deve ser mantida e o braço do lado da perna livre é lançado para cima paralelamente ao sarrafo. Ao passar por cima do sarrafo o atleta deve arquear as costas e baixar as pernas e a cabeça, tentando ficar o mais descontraído possível.

QUEDA
A queda é feita sobre as costas e o seu principal objetivo é evitar lesões.

  

SALTO TESOURA- para iniciação e preparação em executar futuramente o salto em altura

6º ao 9º ano Frequência Cardiaca

Turma !!!! como conversamos e praticamos em aula.

FREQUÊNCIA CARDÍACA
Frequência cardíaca ou ritmo cardíaco é o número de batimentos cardíacos por unidade de tempo, geralmente expresso em batimentos por minuto (bpm).

Manual

Medição manual dos batimentos cardíacos pelo pulso.
A frequência cardíaca pode ser medida, de forma manual, em qualquer lugar do corpo onde pode ser detectada a pulsação arterial. Nestes locais existem artérias que transmitem o pulso para superfície da pele. Podemos medir a frequência dapulsação arterial pressionando estes locais com os dedos indicador e médio e, frequêntemente, as artérias também são comprimidas contra tecidos subjacentes como ossos, por exemplo.
Esta medição não deve ser efetuada com o dedo polegar, pois sua forte pulsação arterial pode interferir na correta percepção do pulso aferido.
De acordo com a intensidade desejada, o indivíduo ou atleta deve manter a frequência cardíaca dentro de um valor mínimo e um valor máximo durante o exercício. Esta faixa de valor chama-se zona de treinamento, ou zona alvo de treinamento. Abaixo a reprodução das zonas de treinamento do American College of Sports Medicine[1] (outas zonas de treinamento podem ser encontradas na literatura, como esta da imagem à direita):
Zonas de Treinamento
Intensidade
%FCreserva
%FCmax
Muito leve
< 20%
< 35%
Leve
20% - 39%
35% - 54%
Moderado
40% - 59%
55% - 69%
Difícil
60% - 84%
70% - 89%
Muito difícil
≥ 85%
≥ 90%
Máximo
100%
100%

Outra forma de realizar a contagem é acompanha-la por 30 segundos e multiplicar o resultado por 2, ou acompanhar a contagem por 15 segundos e multiplicar o resultado por 4, e assim por diante.

Monitores cardíacos]

Exemplo de monitor cardíaco. A fita é colocada na região torácica e, o monitor, no pulso.
Uma forma prática de acompanhar frequência cardíaca em exercício é por meio de monitores cardíacos de pulso, atualmente bastante difundidos entre atletas amadores e profissionais pelo baixo custo do equipamento e facilidade de uso da frequência cardíaca para controlar a intensidade de treinamentos cardiorrespiratórios.
Este tipo de equipamento consiste de um aparelho monitor, parecido com um relógio, que é colocado no pulso. Outra parte do equipamento é uma fita elástica, com eletrodos, que é colocada na região torácica e consegue captar a atividade elétrica do coração. A informação captada pelos eletrodos é transmitida para o monitor no pulso onde a frequência cardíaca é visualizada em tempo real. No entanto, estes equipamentos são eficientes apenas durante esforços físicos.

Eletrocardiograma]

Exemplo de eletrocardiograma.
O método mais preciso de mensuração da frequência cardíaca é o eletrocardiograma, também chamado de ECG. É um teste clínico, não invasivo, e consiste da fixação de elétrodos que captam a atividade elétrica do coração. Esta informação é impressa em papel milimetrado onde podem ser observados os padrões de contração do músculo cardíaco. Este exame pode detectar muitas disfunções cardíacas. Funciona através da detecção de pequenas variações de energia elétrica na pele da pessoa, as quais correspondem as batidas do coração.
Máxima, mínima e repouso
A frequência cardíaca basal (FCbasal) é a frequência cardíaca mensurada em completo repouso, logo após acordar pela manhã e deve ser tomada em decúbito dorsal (deitado de costas).[2] No esporte esta variável fisiológica pode dar pistas sobre a qualidade da recuperação pós treino.
A frequência cardíaca de repouso (FCrepouso) é a frequência cardíaca mensurada em um indivíduo em repouso (de pelo menos 5 minutos), deitado mas acordado, sem ter exercitado-se antes. Nestas condições a frequência cardíaca é de aproximadamente 60 a 80 batimentos por minuto.[3]
A frequência cardíaca de reserva (FCreserva) é a diferença entre a frequencia cardíaca máxima e a frequência cardíaca de repouso.
Máxima
A frequência cardíaca máxima (FCmax) é a maior frequência cardíaca possível de ser atingida em esforço, para um determinado indivíduo. O incremento da carga durante um exercício físico aumenta, de forma proporcional, a frequência cardíaca do indivíduo até que esta chegue a um valor máximo, que não pode ser ultrapassado por incrementos na carga e nem por adaptações ao treinamento.[4]
Não há evidência de que a frequência cardíaca máxima mude com o nível de condicionamento aeróbico do indivíduo. Mas há um decréscimo substancial com o decorrer da idade.[5]
FCmax pode ser obtida com um teste de esforço máximo ou estimada por fórmulas de predição.

Teste de Esforço Máximo]

Teste ergométrico em cicloergômetro.
Este tipo de teste é frequentemente realizado em esteiras ergométricas, ciclo ergômetros ou ciclo ergômetros de manivela. A escolha do equipamento é realizada conforme as limitações do paciente ou a especificidade do esporte praticado pelo atleta. Por exemplo, uma pessoa com limitação motora nos membros inferiores pode utilizar o cicloergômetro de manivela, assim como um atleta que usa predominantemente os membros superiores como um canoísta.
O teste de esforço máximo é utilizado, a priori, para encontrar outras variáveis fisiológicas, como o consumo máximo de oxigênio (VO2) ou alterações na função cardíaca.

Durante o teste, o indivíduo exercita-se enquanto é monitorado por um eletrocardiograma. A intensidade do exercício é constantemente elevada até que alguma função cardíaca alterada seja percebida ou o indivíduo chegue a exaustão. É indicado que este teste seja realizado no início de um programa de atividades físicas. Ele sempre deve ser acompanhado por um médico cardiologista.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

9º ano Corrida com Barreiras e Salto Triplo

  9º ANO

Corrida com barreiras

Corredores participando de uma prova de 400 metros com barreiras.
Corridas com barreiras são provas de atletismo olímpico e consistem em corridas de velocidade que têm no percurso várias barreiras que os atletas têm que saltar.
Os 100 metros com barreiras são uma prova que é feita por mulheres e é a primeira prova do heptatlo. O equivalente masculino são os 110 metros com barreiras.
Os 100 e os 110 m com barreiras (o primeiro para mulheres, o último para homens) são provas de velocidade. Os obstáculos podem ser (e quase sempre são) derrubados, pois sua função é apenas dificultar a corrida dos atletas. Tanto a prova masculina como a feminina têm 10 barreiras no percurso.
Os 400 metros com barreiras são efectuados por ambos os sexos, os atletas também têm que ultrapassar 10 barreiras.
Em pista coberta a prova é efectuada em 60 metros, tanto para homens como para mulheres. A prova tem 5 barreiras.
Tal como nas provas de velocidade pura, os atletas partem dos blocos de partida.
Em relação ao modo como se passa a barreira:
1-atacar a barreira com a perna de ataque
2-passar a outra perna (perna de impulsão) lateralmente
3-usar os braços para equilibrar no momento de ataque da barreira, alternando o braço com a perna

Corrida de obstáculos a diferença da corrida com barreiras

• A corrida de obstáculos de 3.000 metros foi uma das duas modalidades exclusivamente masculinas nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.
• Em 2008, foi incorporada ao programa a corrida de obstáculos de 3.000 metros para mulheres.
Regras
• O número de voltas depende da localização do fosso d’água, que pode estar na parte interna da pista 1 ou na parte externa da pista 8 ou 9.
• Cada competidor enfrenta 28 obstáculos e 7 fossos d’água - uma barreira seguida por um poço com água.
• A altura do obstáculo é 91,4 cm para homens e 76,2 cm para mulheres.
 As barreiras da corrida não caem se forem tocadas e os competidores às vezes ficam de pé sobre elas para ultrapassá-las.
Pontuação
• O competidor que termina com o tempo mais rápido é declarado o vencedor.
Categorias olímpicas disputadas
• Corrida com obstáculos de 3.000 m para homens.

• Corrida com obstáculos de 3.000 m para mulheres.


SALTO TRIPLO
História
Fontes históricas dos Jogos da Grécia Antiga mencionam saltos de até 15 metros de comprimento. Isto fez com que pesquisadores e historiadores concluíssem que esta distância deveria ter sido alcançada com uma série de saltos, o que levou ao conceito moderno do salto triplo. Porém, não há nenhuma evidência deste salto ter sido incluído nos Jogos da Antiguidade e é possível que o registro de distâncias tão grandes possam ter sido mais fruto da licença poética dos autores de poemas sobre as vitórias gregas do que uma tentativa de fazer um registro apurado dos resultados.
O triplo salto faz parte da competição olímpica desde a primeira edição moderna em Atenas 1896. O primeiro campeão olímpico foi o americano James Connolly. Nos primeiros Jogos porém, os dois primeiros pulos do salto eram dados no mesmo pé e então o salto final. Assim como no salto em distância, no início também havia a modalidade do salto triplo sem corrida, apenas com a impulsão do corpo saindo da inércia, modalidade não mais disputada. Ele estreou para as mulheres apenas em Atlanta 1996, exatamente cem anos depois de sua introdução nos Jogos Olímpicos, sendo vencido pela ucraniana Inessa Kravets, que também é a recordista mundial da prova, com 15,50 m. O recorde mundial masculino é do britânico Jonathan Edwards, com 18,29 m. Os atuais campeões olímpicos são Christian Taylor dos Estados Unidos e Olga Rypakova do Cazaquistão.
De todas as modalidades do atletismo olímpico, esta é a de maior tradição para o mundo lusófono. O Brasil tem quatro grandes nomes na história do salto, com Adhemar Ferreira da Silva, recordista mundial e bicampeão olímpico em Helsinque 1952 e Melbourne 1956, Nelson Prudêncio, recordista mundial e medalha de prata na Cidade do México 1968 e bronze em Munique 1972[10] , João Carlos de Oliveira, o "João do Pulo", recordista mundial e medalhas de bronze em Montreal 1976 e Moscou 1980 e Jadel Gregório, três vezes medalha de prata em mundiais e o recordista lusófono com 17,90 m; por seu lado, Portugal tem Nélson Évora, campeão olímpico em Pequim 2008 e campeão mundial em Osaka 2007.

Técnica e regras

O Triplo Salto é uma combinação de três saltos sucessivos que terminam com a queda numa caixa de areia. A prova inicia-se com uma corrida de impulso. O salto começa com o contacto da perna de impulsão tocando o solo (maior absorção de impacto); segue-se uma pequena flexão da perna de impulsão (maior tensão elástica); nesse momento a perna de impulsão sofre grande pressão (até 6 vezes o peso do atleta), sendo que quanto maior o ângulo maior a pressão. A chamada é realizada com um movimento de patada, onde o saltador faz um movimento brusco com a perna para trás e para cima, tentando assim reduzir a perda de velocidade horizontal. O ângulo resultante de saída é menor que o salto da distância. Por fim, na fase de voo, deve-se corrigir o equilíbrio através da rotação horizontal dos braços, colocando o centro de gravidade no lugar.
Numa outra técnica, o salto realiza-se com a perna de elevação (+ fraca); dá-se o toque sobre a planta do pé (maior absorção de impacto) e o movimento de "patada" ativa na chamada para reduzir a perda de velocidade horizontal; existe maior tempo de contacto com o solo; a fase de voo é próxima da do salto em comprimento, e tem apenas como diferença a menor velocidade horizontal, provocando uma menor fase de voo. Para tal utiliza-se outro tipo de estilo - o tipo peito e o carpado. A correção do equilíbrio é feita através da rotação horizontal de braços, na fase terminal.
A Federação Internacional de Atletismo descreve a mecânica obrigatória do salto da seguinte maneira:"o salto deve ser feito de tal maneira que o atleta pouse, no primeiro salto, com o mesmo pé com que ele saltou após a corrida; o segundo salto deve pousar com o pé trocado, o qual serve de impulsão para o salto final dentro da caixa de areia"
Os saltos são invalidados caso o atleta pise na borda ou em algum ponto tábua de impulsão. A marca é medida da ponta da tábua até a primeira marcação do corpo do saltador na caixa de areia. Assim como em várias outras modalidades do atletismo, marcas conseguidas com vento a favor superior a 2 m/s não são consideradas para recordes.


6º 7º e 8º SALTO EM DISTÂNCIA


6º  7º E 8º ANOS


 Regras do Salto em Distância


Regra:

A prova tem uma forma de disputa muito simples. Cada atleta tem direito a seis tentativas para atingir sua melhor marca. Uma tentativa é considerada válida quando o competidor inicia o movimento do salto dando o último passo antes da linha que limita a área de corrida. Caso o atleta dê seu último toque no solo antes do salto após a linha-limite, esse salto será invalidado.
Outras causas de invalidação de um salto: caso o atleta toque, com qualquer parte do corpo, a área posterior à linha de medição localizada na barra de impulsão; toque o lado da tábua de impulsão; toque o solo fora da caixa de areia no momento em que cair; caminhe pela caixa de areia após o salto; dê um salto mortal.

Corrida - A atleta acelera pela pista alcançando a máxima velocidade, antes da região do salto.
Salto - A atleta se impulsiona com um pé, com os braços para cima para alcançar altura.
Vôo – Corpo estendido para mater equilíbrio e preparar a aterrissagem
Aterrissagem – Pernas e braços á frente para alcançar a máxima distância possível.



7ºe 8º CORRIDA DE REVEZAMENTO


7º  E 8º ANOS

Corridas de Revezamento

São provas de velocidade para equipes de quatro integrantes, 4 x 100 metros e 4 x 400 m, disputadas no feminino e no masculino. No 4 x 100 m, a equipe deve permanecer na mesma raia da largada até o fim da prova.
Passagem do bastão no revezamento
Através de um movimento ascendente da sua mão, o entregador deposita o bastão na mão do receptor, de forma que a extremidade livre do bastão seja aquela a ser agarrada pelo corredor que o recebe. Nesse momento, este corredor tem o olhar dirigido para trás, visualizando toda a ação do seu companheiro (Fig. 7.8).



2. Passagem descendente - Com as mesmas características da passagem descendente não-visual. O receptor inicia a corrida olhando para trás, para o companheiro. Para receber o bastão, ele coloca o seu braço estendido para trás; tendo a palma da mão voltada para cima e os dedos unidos, á exceção do polegar, que fica separado. Preparando-se desta maneira, o bastão é colocado em sua mão através de um movimento descendente do braço do entregador, que coloca a extremidade livre do bastão sobre a mão do corredor que está recebendo (Fig.7.9).


3. Finalmente, neste outro tipo de passagem, o braço do receptor é levado para trás em extensão, com os dedos da mão dirigidos ao companheiro que vai fazer a entrega. Desta maneira, o bastão em posição vertical é passado através de um movimento de trás para a frente, como se fosse de encontro com a mão do receptor. Para este tipo do passagem, é necessário que a mão do receptor esteja mais elevada em comparação com os dois tipos anteriores, devendo o braço se postar paralelamente ao solo, em virtude das características da ação. A extremidade livre do bastão, que fica apontada para cima, deve ser a mesma após ser realizada a passagem; por isso, ao agarrar o bastão, o receptor deve fazê-lo junto à mão do companheiro que o entrega (Fig. 7.10).


Para o revezamento 4x400m, existe apenas uma zona de passagem, que está situada no mesmo local onde se inicia e também termina a prova.
No 4 x 100 m, a equipe deve permanecer na mesma raia da largada até o fim da prova.
No 4 x 400 m, os corredores podem sair da raia após a passagem do primeiro bastão. Existe uma área determinada para a passagem do bastão. Se a passagem for feita fora dessa área, a equipe é desclassificada. Os revezamentos representam as únicas provas coletivas do atletismo.
 História
A corrida de revezamento já era conhecida dos antigos gregos. Nas Panatenéias, festas realizadas em homenagem à deusa Atena, havia a Corrida das Tochas, disputada por cinco equipes, com 40 atletas cada. A chama não podia se apagar e a equipe vencedora era a que conseguisse acender a fogueira no Altar de Prometeu, no marco da chegada.
Com a invenção da escrita, os povos organizaram serviços de correspondência - as cartas eram levadas por corredores, que iam sendo substituídos ao longo do caminho. Longas distâncias eram cobertas dessa maneira.

Regras
Quatro velocistas, na mesma raia designada e marcada no chão da pista, correm 100 m cada um para completar uma volta no estádio. Durante suas corridas individuais eles devem carregar um bastão que deve ser passado ao próximo corredor dentro de uma faixa de troca de 20 metros marcada no chão, 10 metros antes e 10 metros depois da linha de partida de cada "perna" subsequente. O corredor à frente geralmente começa a correr em velocidade total com um braço esticado para trás para receber o bastão do corredor anterior. A queda do bastão ou a entrega dele fora da área designada resulta em desclassificação da equipe. Tecnicamente, é uma prova onde a sincronia perfeita na troca de bastões pode compensar uma inferioridade na velocidade dos corredores.





Origens do Atletismo

Turma !!!!!! Texto importante que cai em Prova...

Origens do Atletismo
O Atletismo conta a história esportiva no homem no Planeta. É chamado de esporte-base, porque sua prática corresponde a movimentos naturais do ser humano: correr, saltar, lançar. Não por acaso, a primeira competição esportiva de que se tem notícia foi uma corrida, nos Jogos de 776 a.C., na cidade de Olímpia, na Grécia, que deram origem às Olimpíadas. A prova, chamada pelos gregos de "stadium", tinha cerca de 200 metros e o vencedor, Coroebus, é considerado o primeiro campeão olímpico da história.
Na moderna definição, o Atletismo é um esporte com provas de pista (corridas), de campo (saltos e lançamentos), provas combinadas, como decatlo e heptatlo (que reúnem provas de pista e de campo), o pedestrianismo (corridas de rua, como a maratona), corridas em campo (cross country), corridas em montanhas, e marcha atlética.
O Atletismo nasceu com o homem. Afinal, o mais antigo dos nossos ancestrais já andava, era obrigado a correr, a saltar e a lançar coisas. Era a dura luta contra os pedradores e a busca por alimentos. Pode-se dizer que ao aprimorar essas habilidades, o homem garantiu sua história.
Isso tudo explica porque, ao criar as primeiras competições esportivas, as primeiras a serem organizadas fossem as provas atléticas. Há indícios da prática do Atletismo há pelo menos 5 mil anos no Egito, na Grécia e na China. No entanto, o primeiro registro histórico de uma competição data de 776 a.C. Foi quando Coroebus, da cidade grega de Élis, ganhou a stadium – uma corrida de aproximadamente 200 m – e tornou-se o primeiro campeão olímpico conhecido da história.
O formato moderno do Atletismo remonta a meados do século XIX. Basicamente, engloba as corridas de pista, de rua, de cross country e de montanha, a marcha, os saltos e os lançamentos. Por sua característica de representar os movimentos naturais do homem, o Atletismo é chamado de “esporte-base”.
 Assim como nos Jogos da Grécia Antiga, o Atletismo permanece como o principal esporte olímpico dos tempos modernos. Tanto que o próprio Comitê Olímpico Internacional estabeleceu – até para efeito de distribuição dos recursos auferidos nos Jogos – que o Atletismo é o único esporte na categoria 1.
Por outro lado, a criação da IAAF (sigla em inglês da Associação Internacional das Federações de Atletismo) deu credibilidade às competições. As regras do esporte foram escritas e os recordes, homologados.
A importância do esporte-base é sintetizada por uma frase que circula no meio olímpico: “Os Jogos Olímpicos podem acontecer apenas com o Atletismo. Nunca, sem ele".
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O esporte no Brasil
A história atlética do Brasil começa no século XIX. Na década de 1880, o Jornal do Commercio já anunciava resultados de competições atléticas no Rio de Janeiro. Nas três primeiras décadas do século XX, a prática atlética foi consolidada entre nós. Em 1914, a antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos) filiou-se à IAAF. Em 1924, o país participou pela primeira vez do torneio olímpico, ao mandar uma equipe aos Jogos de Paris.
No ano seguinte foi disputado, pela primeira vez, o Campeonato Brasileiro. Em 1931, brasileiros disputam pela primeira vez o Campeonato SulAmericano. Em 1932, Clovis Rapozo (salto em distância) e Lúcio de Castro (salto com vara) chegaram às finais nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Quatro anos depois, Sylvio de Magalhães Padilha foi o 5º nos 400 m com barreiras nos Jogos de Berlim.
Em 1952, nos Jogos de Helsinque, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo. Era a primeira das 13 medalhas que o Atletismo daria ao Brasil, até os Jogos de Atenas, em 2004. Adhemar foi o primeiro dos três triplistas brasileiros a estabelecer o recorde mundial na prova. Os outros foram Nelson Prudêncio e João Carlos de Oliveira.
A CBAt - Confederação Brasileira de Atletismo é responsável pelo esporte no País. No plano mundial, a direção é da IAAF - sigla em sigla em inglês da Associação Internacional das Federações de Atletismo.


Fonte: Confederação Brasileira de Atletismo 


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Olá Turma - 7º ano próximas aulas

Corrida de velocidade

CORRIDA DE VELOCIDADE
Especialistas afirmam: correr é o melhor esporte. E isso é fundamental em um mundo em que o condicionamento físico se torna cada vez mais importante, não apenas por questões estéticas, mas por questões médicas também. Isso porque a medicina tem descoberto a importância dos exercícios na prevenção e até mesmo no tratamento de doenças. Isso porque a corrida, dentre os esportes praticados em terra, é o único que usa todos os músculos do corpo, inclusive os da face.
Além de trabalhar também a respiração, ritmo cardíaco, entre outros benefícios, também conta com a vantagem de ser grátis. Você só precisa de um parque e um bom par de tênis para se dedicar a este esporte. E não é apenas o ponto de vista clinico que afirma a vantagem de se correr, no Brasil os esportes ligados à corrida têm ganhado cada vez mais espaço, tanto na mídia quanto entre os torcedores.
Nos últimos anos, nomes como o de Wanderley da Silva tornaram-se comuns e ao mesmo tempo motivo de orgulho entre os brasileiros. E quem não fica admirado após assistir uma corrida de Usain Bolt. No mundo dos esportes em geral, a corrida já era bem conceituada. Desde as primeiras olimpíadas, as provas de corrida já constavam na lista de categorias e modalidades dos jogos. Mas você conhece bem os esportes de corrida?
Quais são as corridas de velocidade
As corridas são caracterizadas pelo ritmo e pela técnica, e têm como objetivo percorrer uma distância pré-determinada no menor espaço de tempo.
O mais rápido, ou seja, aquele que fizer a volta em menos tempo o que equivale percorrer a distância na frente dos demais corredores, vence.
As provas são divididas por categorias masculinas e femininas, na qual as modalidades das provas podem ser: Masculinas: 100 metros, 200 metros, 20 metros marcha, 50 metros marcha, 400 metros com obstáculos, além das provas de revezamento.
Para mulheres as modalidades são: 100 metros, 100 metros com barreira, 400 metros, 300 metros com obstáculo e 400 metros com obstáculo. Essas modalidades descritas correspondem ao que se chama “corrida de velocidade”, pois elas contam com a explosão muscular do competidor, que dá tudo de si desde o inicio. Já a largada é fundamental para o posicionamento do atleta, motivo pelo qual existe um bloco especial fixado no chão onde ele apoia o pé para ajuda-lo no impulso, enquanto ele fica com o tronco inclinado e as mãos apoiadas no chão.

Algumas dessas modalidades foram adaptadas de modalidades que existem desde a Grécia antiga. Entretanto, mesmo sendo tão antigas continuam conquistando novos atletas e apresentando vez ou outra novos mitos, como o de Usain Bolt, tido como o homem mais rápido do mundo.
Regras da corrida de velocidade no atletismo
A primeira regra fundamental no que diz respeito a corridas de velocidade é aquela que se refere a largada. Como já dito, a largada dessas modalidades é bem característica, chamada de “largada dos quatro apoios”, consistem em apoiar os pés em blocos de largadas e o tronco sobre as mãos apoiadas no chão. É tão importante a largada que é considerada infração grave quando um competidor tem uma falsa largada, ou seja, larga antes do momento devido. O infrator receberá uma penalidade para cada falsa largada, e se exceder o número de três infrações ele será eliminado da partida. Outra regra básica é aquela aplicada ao percurso durante a corrida.
Regras de posicionamento
A pista é dividida em raias, que são aqueles caminhos brancos pintados na superfície. Durante a corrida o competidor não pode em momento algum abandonar a sua raia, sendo punido caso invada a raia de outro adversário. Quanto aos acessórios, existe uma regra fundamental que determina a espessura da sola da sapatilha que os corredores devem usar.
Essas sapatilhas (não são tênis) são apenas um pouco mais espessas que aquelas usadas por bailarinos, por exemplo, não podendo exceder de espessura 13 milímetros. Sua sola deve conter pregos que não ultrapassem 8,4 milímetros. Essas são, entretanto, as regras específicas para as provas de velocidade, ou seja, com distâncias menores.

Para provas mais longas existem regras próprias, bem como para as provas com obstáculos, em que há possibilidades do atleta “queimar” durante a corrida, ao tocar nos obstáculos. Mais que uma modalidade esportiva, a corrida é uma prática de exercício que auxilia e melhora o condicionamento físico e no organismo como um todo.