segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

8º ANO - CONTINUAÇÃO VOLEIBOL SISTEMA TÁTICO


Sistemas táticos do voleibol

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Posições da quadra e rotação.
Os sistemas táticos do voleibol são baseados nas posições do voleibol, que são as seguintes:
·         A posição n.º 1 chama-se defesa direita, e é a posição de saque.
·         A posição n.º 2 chama-se saída de rede.
·         A posição n.º 3 chama-se meio de rede.
·         A posição n.º 4 chama-se entrada de rede.
·         A posição n.º 5 chama-se defesa esquerda.
·         A posição n.º 6 chama-se defesa central.
As posições 4, 3 e 2 são de ataque, portanto, somente os jogadores que as ocupam podem atacar e bloquear dentro da zona de ataque. As posições 1, 6 e 5 são de defesa, os jogadores que as ocupam não podem bloquear, e só podem atacar se estiverem posicionados atrás da linha de ataque, na zona de defesa.
Os jogadores da linha de ataque (posições 2, 3 e 4) podem participar normalmente das jogadas de rede (ataque e bloqueio). O jogador de defesa (posições 5, 6 e 1), caso apoie os pés na zona de ataque, não poderá efetuar ataques com a bola estando a uma altura superior à borda da rede. Para tanto, ele deverá saltar de trás - antes da linha, ainda na zona de defesa - da linha de ataque, sem pisar nesta. Ele também não poderá em qualquer circunstância realizar bloqueios.
O posicionamento no voleibol ocorre da seguinte forma:
·         O jogador da posição 1 deverá estar atrás do jogador da posição 2 a direita do jogador da posição 6;
·         O jogador da posição 2 deverá se posicionar a frente do jogador da posição 1 e a direita do jogador da posição 3;
·         O jogador da posição 3 deverá se posicionar entre os das posições 4 e 2 e à frente do jogador da posição 6;
·         O jogador da posição 4 se posicionará a esquerda do jogador da posição 3 e à frente do jogador da posição 5;
·         O jogador da posição 5 deverá estar atrás do jogador da posição 4 e à esquerda do jogador da posição 6;
·         O jogador da posição 6 estará entre os das posições 5 e 1 e atrás do jogador da posição 3.

Sistema 6x0

No Sistema 6x0, também chamado de sistema 6x6, todos farão a função tanto de levantadores como de atacantes ou defensores. É o sistema mais simples de todos, é normalmente usado em equipes que estão iniciando o treinamento no esporte.
Neste sistema, o levantador será aquele que estiver na posição 3 (no meio da rede, onde normalmente fica o jogador "meio-de-rede"). Por isso, este sistema provoca pouca efetividade na cortada e na utilização do bloqueio.
Com o advento do líbero, esta tática voltou a ser usada algumas vezes dentro da partida (explicação na seção "líbero")

Sistema 3x3

No sistema 3x3 há três levantadores e três atacantes posicionados de forma intercalada. Para a utilização deste sistema tem que haver um entrosamento entre os atletas para que as jogadas sejam efetuadas com sucesso.

Sistema 4x2

O sistema 4x2 pode ser dividido entre o 4x2 simples e o 4x2 invertido, ou com infiltração.

Sistema 4x2 simples

No 4x2 simples há dois levantadores, que se colocam nas posições diagonais da quadra, mais quatro atacantes. Com esse sistema, há sempre um levantador na rede juntamente com dois atacantes.

Sistema 4x2 invertido, ou 4x2 com infiltração

No 4x2 invertido, também chamado de 4x2 com infiltração, (uma vez que há 4 atacantes e 2 levantadoras em quadra), também há dois levantadores e eles também se posicionam em diagonal. No entanto, o levantador que está na zona de ataque se tornará disponível para o ataque e o que estiver na zona de defesa infiltrará, ou seja, passará da zona em que ele está para a zona de ataque para efetuar o levantamento. Assim, sempre haverá 3 atacantes na rede. Além disso, caso o "levantador da ocasião" (ou seja, o levantador que está no fundo) defenda, há sempre um levantador de ofício para distribuir as jogadas.
É considerado o melhor sistema tático do vôlei, pois sempre haverá 3 atacantes na rede, dificultando o bloqueio adversário. O time feminino de Cuba, por exemplo, foi tricampeão olímpico nos anos 90-2000, utilizando este sistema. Porém, ele exige que os levantadores sejam especialistas no ataque, o que dificulta a sua utilização.[1][2]

Sistema 5x1

O Sistema 5x1 é o mais utilizado atualmente. Por ter apenas 1 levantador, ele atua, quando está na zona de ataque, igual aos levantadores do sistema 4x2 simples e quando está na zona de defesa igual ao sistema 4x2 com infiltração. Ou seja, quando ele está na rede, existem 2 opções de atacantes para distribuir a jogada. Quando ele está no fundo (ou na zona de defesa), há 3 opções de atacantes na rede.

Inversão do 5x1

A inversão do 5x1 ocorre quando o levantador está na posição de ataque (posições 2, 3 ou 4). Assim, a rede está constituída de 2 atacantes e o levantador, o que diminui em 1 a opção que o levantador tem para passar a bola. Desta forma, a fim de que se fique com 3 atacantes nas posições de ataque, o treinador substitui este levantador por 1 atacante, e põe o levantador reserva no lugar de um jogador que esteja em uma posição de defesa. Com isso, o levantador fica no fundo, e tem 3 opções de atacantes para fazer o levantamento.

O líberol: Líbero (voleibol)

Devido as evoluções técnicas e táticas das equipes, foi introduzido o líbero, um jogador específico para a defesa. Este jogador não pode atacar e sacar, fazendo o rodízio somente na área de defesa e também não há limite de substituição para ele. Assim, com a introdução do líbero, haverá quase sempre 4 jogadores de ataque. No 5x1 sem líbero, haverá sempre 5 atacantes, mesmo que estes estejam no fundo.
Além disso, quando o jogo está difícil, o sistema 6x0, com a criação do líbero, é por muitas vezes usado nos jogos. O levantador passa a ser o líbero, que tem 5 opções de atacante para distribuir as jogadas. O técnico Bernardinho utiliza desta tática quando seu time esta perdendo, e já está no final do set.

Sistemas de recepção de saque

Sistema de recepção em W

É o sistema de recepção utilizado por equipes iniciantes. O levantador fica isolado, e os outros 5 jogadores formam um "W" na quadra para defender o saque adversário.

Sistema de recepção em semicírculo

Neste sistema cada jogador (posições 1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou 1, 2, 4 e 5) é responsável pela recepção da bola numa área correspondente a uma fatia de terreno que vai desde a linha central até à linha de fundo.

Sistema com 4 receptores

Geralmente organizado para liberar tanto o levantador quanto um atacante.

Sistema com 3 receptores

O levantador, o atacante de meio e o atacante oposto são liberados, portanto, as ações de recepção do saque adversário ficam sempre sob a responsabilidade dos dois receptores principais mais o defensor central. A estrutura geralmente tem a forma de "V" ou "V" invertido.

Sistema com 2 receptores

·         Mais usado por equipes de ponta.
·         As pontas são os responsáveis pela recepção, e os atacantes de meio e o oposto são protegidos, para que se preocupem somente com seus ataques.
·         Com o advento da função de líbero houve um fortalecimento maior neste posicionamento devido à especialidade deste jogador.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

8º ANO - TRABALHO

  BOM DIA !!

TRABALHO EM GRUPO - 4 INTEGRANTES

DATA DE ENTREGA - 27/02 QUARTA-FEIRA

ELABORAR UMA ANAMNESE E APLICAR PARA DUAS PESSOAS DIFERENTES E APRESENTAR SOBRE OS ESCOLHIDOS

TRABALHO DIGITADO

ENTREGAR SUA ANAMNESE INDIVIDUAL - 15/02


VALE - 5,0 pontos

7º ANO - TRABALHO

  BOM DIA!!

TRABALHO EM DUPLAS

DATA DE ENTREGA - 13/03 quarta- FEIRA 

TEMA ANOREXIA E BULIMIA


CONSTRUÇÃO DO TRABALHO - APRESENTAÇÃO EM SLIDES

- CAPA COM INTEGRANTES E TEMA
- APRESENTAR VÍDEOS / DESENHOS / TEXTOS
- INCLUIR FONTE DE PESQUISA


VALE - 10 pontos

6º ANO - TRABALHOS


Bom dia!!!

TRABALHO - I.M.C 

FAZER OS CÁLCULOS NA FOLHA ENTREGUE EM SALA - INDIVIDUAL

DATA DE ENTREGA = 15/02  SEXTA-FEIRA

VALE - 3,0 PONTOS

TRABALHO - ALIMENTAÇÃO

RESPONDER O QUESTIONÁRIO EM LETRA LEGÍVEL,PODE COLAR FIGURAS OU DESENHAR - INDIVIDUAL

DATA DE ENTREGA = 08/03 SEXTA-FEIRA

VALE - 7,0 PONTOS

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

9º ANO - FUTSAL E FUTEBOL 1º TRI



FUTSAL

futsal, também chamado de futebol de salão, é um esporte coletivo semelhante ao futebol de campo, porém possui suas peculiaridades.
Ainda que sejam semelhantes, o futsal possui regras específicas e diferencia-se, por exemplo, pelo número de jogadores e as dimensões do espaço de jogo.

No Brasil, o futsal tem tido grande representatividade nas últimas décadas. Ao lado do futebol, é o esporte mais praticado no país por homens e mulheres.

Origem do Futsal
O futsal surgiu nos anos 30 no Uruguai. O responsável foi o professor de educação física Juan Carlos Ceriani Gravier da ACM (Associação Cristã de Moços).
No início era chamado de Indoor Football (na tradução literal significa “futebol no interior”).

Fundamentos do Futsal
Os objetivos desse esporte, tal qual no futebol, é fazer gols. Assim, a equipe vencedora é aquela que conseguir fazer o maior número de gols durante a partida.
O tempo total de jogo é de 40 minutos. Ou seja, são dois tempos de 20 minutos com um intervalo de 10 minutos entre eles.
O futsal reúne diversos movimentos desde chutes, passes de bola, dribles, cabeceios, etc.
Além dos jogadores presentes na quadra e na reserva, cada equipe possui um treinador. Além disso, há dois árbitros: o auxiliar e o principal. O cronometrista é responsável por controlar o tempo de jogo.

Regras do Futsal
No futsal nunca se deve colocar a mão na bola. O único jogador que pode é o goleiro que usa uma luva para defender a marcação de gol pela equipe adversária.
Como o futebol de campo, se um jogador cometer falta ele pode levar o cartão amarelo (advertência) ou vermelho (expulsão). Três cartões amarelos equivalem a um vermelho.
As faltas podem ser cometidas quando o jogador encosta a mão na bola, quando há desavenças entre jogadores e árbitros, ou ainda, quando há violência física ou verbal. O juiz que irá decidir a gravidade da falta e o cartão que será dado.
Vale ressaltar que no futsal não há o conceito de impedimento, como no futebol de campo. Por sua vez, as cobranças de falta são semelhantes ao futebol de campo: escanteio, tiro de meta, arremesso lateral e de canto.
As cobranças são realizadas em até 4 segundos e devem ser cobradas com o pé.

Jogadores
O futsal possui dois times de 5 jogadores cada. Vale notar que desses 5 cada equipe possui um goleiro, responsável por defender as entradas de bolas.
Além do goleiro, os jogadores chamados de fixos são responsáveis pela defesa. Esse equivale ao zagueiro no futebol de campo. Já o pivô ou atacante tem o objetivo de marcar gols.
No futsal não há um limite para substituição de jogadores e elas podem ocorrer em qualquer momento do jogo.

Quadra de Futsal
O futsal é praticado numa quadra retangular. Ela possui entre 24 e 42 metros de comprimento, por 15 a 22 de largura, variando de acordo com a categoria. Note que as quadras podem ser cobertas ou descobertas.



Fundamentos do Futsal
   
O futebol de salão é um esporte que exige habilidade, pois o espaço curto da quadra, somado ao peso maior da bola (em comparação com a bola de campo) e a rapidez com que se é praticado, fazem dele uma das práticas esportivas onde os competidores devem possuir domínio de força e noção de bola. Para que as jogadas e os objetivos sejam alcançados, é necessário que haja controle dos fundamentos do futsal.
Fundamentos são as práticas básicas que devem ser aprendidas para se executar o futebol de salão. Os fundamentos básicos são:
- Passe- Drible e Finta - Cabeceio - Chute - Recepção - Condução - Domínio
Alguns como antecipação, marcação, proteção de bola e posicionamento são aprendidos com mais tempo de prática do futebol de salão. Isso sem falar que existem os específicos para a posição de goleiro, como reflexo, posição de defesa com as mãos e com os pés e a forma correta de cair, etc.
Passe
Um dos mais importantes e mais executados em uma partida de futsal. Consiste basicamente em passar a bola para outro jogador. Para realizá-lo é necessário ter visão de jogo para acompanhar os companheiros e precisão para acertar na direção e na força necessária para que seu passe não seja interceptado. O passe pelo chão é o mais utilizado pela rapidez exigida: pelo chão a bola “corre” mais rápido e por isso tem menor possibilidade de ser roubada pelo adversário. Existe também o passe pelo alto que, apesar de demorar mais para alcançar seu destino, tem menos possibilidade de ser interceptado. Existem diversas variações de passe como o “passe de letra”, passe de peito, de cabeça, de calcanhar e todos que a criatividade permita inventar.
Classificações do Passe
·         Quanto a sua trajetória ele pode ser: rasteiro, meia altura ou parabólico;
·         Em relação a distância: curto (de até 4 de um jogador até outro), médio (de 4 à 10 metros) ou longo (acima de 10 metros);
·         Quanto à sua execução pode ser: interno, externo (trivela), solado (com a parte de baixo do pé), de bico e de calcanhar. Em relação ao espaço do jogo: paralelo, lateral e diagonal;
Domínio
Esse, consiste em conseguir interromper a trajetória da bola de forma que ela fique sob seu controle. É um requisito muito exigido, já que os passes são rápidos e, por isso, mais difíceis de serem dominados. A não ser o braço, todas as outras partes do corpo podem ser usadas para o domínio da bola. Como a maioria dos passes são feitos pelo chão, o domínio com os pés é bastante trabalhado. Existe o que se chama de “controle da bola”, que é a capacidade de manter a bola no ar. É uma prática interessante para melhorar o domínio, já que ela exige a noção do peso da bola e da força necessária para levantá-la, logo, uma facilidade maior de domínio de bola.
Classificações do Domínio
·         Rasteira: Domínio realizado com as partes externas, internas e solado dos pés;
·         Meia-altura: Com a parte interna e externa dos pés e coxas;
·         Parabólica: Domínio realizado com o dorso dos pés, com o peito, a cabeça e a coxa;
Condução
Esse fundamento consiste em correr pela quadra tendo a bola sob domínio. Pode ser executado em linha reta (retilíneo) ou mudando de direção (zigue-zague). Com os pés, pode ser feito com a parte interna ou externa do pé, sendo que com a parte da frete (bico da chuteira) tem-se pouco controle da bola e por isso é pouco utilizado. Nesse fundamento, é importante deixar a bola o mais perto possível do condutor, para que seja mais difícil para o adversário conseguir tomar a bola. Além disso, quando a bola está perto dos pés, conforme se avança pela quadra e os marcadores chegam, a mudança de direção coma bola pode ser feita mais rapidamente para a execução do drible.
Drible e Finta
São dois fundamentos semelhantes que consistem em passar por um marcador para ter no final da jogada, a bola em sua posse. A diferença entre os dois é que o drible é feito com a posse de bola no início do lance, já a finta é feita sem a posse da bola e chamada também de drible de corpo. Exigem, dependo do lance, velocidade, técnica, criatividade, força e ginga.
- Os dribles podem receber o nome de: elástico, chapéu, caneta são alguns dos dribles executados numa partida, lembrando que a cada um pode ter nomes diferentes em cada região.
- A finta pode ser chamada de balanço, gato, vai e vem, pique falso e desmarcação.
- O drible é um dos fundamentos mais valorizados pelos jogadores da parte ofensiva para alcançar fundamento do chute.
Chute
É o ato de bater na bola com os pés com determinado objetivo. Esse destino pode ser a retirada da bola de jogo, acertar outro jogador e, claro, fazer o gol. Esse mesmo objetivo pode ser executado com a cabeça (cabeçada) ou com outras partes do corpo (o peito, por exemplo). O chute defensivo (aquele que buscar afastar o perigo do ataque adversário) é feito de forma mais instintiva, portanto não exige muita técnica. Já o chute ofensivo (busca fazer o gol) requer percepção do posicionamento do goleiro adversário, noção de força, precisão e habilidade.

Pode ser, assim como o passe, feito com a parte interna no pé, com a externa (trivela), com o peito do pé, calcanhar e bico. Geralmente o chute é feito próximo a trave para dificultar a defesa do goleiro, mas outras técnicas, como chutar no “contra-pé” do goleiro, por cobertura ou colocado, também são importantes para uma boa finalização.

Futebol


Nenhum esporte no mundo desperta tanto interesse popular quanto o futebol. Sua principal competição, a Copa do Mundo, reúne, desde a fase de classificação, cerca de 130 países e milhões de espectadores no mais importante evento do mundo esportivo.
Futebol é um esporte disputado entre duas equipes, cada uma com 11 jogadores, que utilizam os pés e a cabeça para movimentar a bola em direção ao campo adversário, com o objetivo de colocá-la dentro do gol ou meta. A partida divide-se em dois tempos de 45 minutos, com um intervalo de 15 minutos. O tempo de jogo pode ser prorrogado por acidente ou qualquer outra causa a critério do juiz. A equipe vencedora é a que faz o maior número de gols.
Regras do futebol
As leis que regem o futebol foram elaboradas pela International Football Association Board (IFAB) em 1938. O texto que compreende 17 regras e uma série de decisões suplementares da IFAB, sofreu alterações impostas pela própria evolução técnica e tática do esporte.
Campo : O futebol é jogado num campo gramado com as medidas máximas de 120m de comprimento e 90m de largura e mínimas de 90m de comprimento e 45m de largura. Em os internacionais as medidas máximas são 110m de comprimento por 75m de largura e mínimas, 100m por 64m de largura. O campo é dividido ao meio por uma linha transversal, no centro da qual é desenhado um círculo com raio de 9,15m, de onde se dá a saída, no início de cada tempo de jogo ou sempre após a marcação de um gol.
As balizas, equidistantes dos extremos das linhas de largura, são formadas por duas traves verticais, cujas faces internas estão separadas 7,32m uma da outra e unidas por um travessão horizontal a 2,44m do solo. As traves e o travessão, com no máximo 12cm de espessura, sustentam a rede do lado de fora do campo.
Em frente às balizas, há duas áreas. A pequena, ou do goleiro, dista 5,5m das traves (para os lados e para a frente) e serve para a cobrança do tiro de meta sempre que a bola ultrapassa a linha de fundo, depois de ter sido tocada por um jogador da equipe atacante. Na grande área, cujo limite é desenhado a 16,5m das traves, as infrações cometidas pelos jogadores do time defensor são punidas com o pênalti, cuja cobrança é executada por tiro livre direto, a 11m do gol. Fora da grande área é desenhado um arco de circunferência, chamado meia-lua, com 9,15m de raio e centro no ponto de cobrança de pênalti.
As extremidades da linha central e os vértices das laterais são marcados com bandeiras. Desses vértices são cobrados os escanteios, sempre que a bola é lançada pela linha de fundo após o toque de um jogador da equipe defensora.
Bola: Esférica e coberta de couro, ou outro material adequado, a bola deve ter de 68 a 71cm de circunferência e pesar de 396 a 453g. A pressão a ela aplicada é de um quilograma por centímetro quadrado, ao nível do mar. Proíbe-se aos jogadores usar as mãos para impulsionar a bola, a não ser o goleiro, dentro do limite da grande área, ou qualquer outro atleta na cobrança do arremesso lateral.
Árbitro: A única autoridade reconhecida durante a partida é o árbitro, que recebe o auxílio de dois juízes de linha (bandeirinhas). A ele cabe a vistoria do gramado e das condições de segurança do estádio; a aplicação das regras e a solução de lances duvidosos; a cronometragem do jogo; a punição de jogadores; a interrupção e o reinício da partida quando julgar necessário; e a anotação das ocorrências. Os juízes de linha assinalam quando a bola sai de jogo e se deve ser cobrado escanteio, tiro de meta ou lateral.
Impedimento: Será considerado impedido o jogador que ao receber um lançamento de um companheiro no campo de ataque, esteja mais próximo da linha de fundo que o penúltimo jogador adversário.
Bola fora de jogo: Considera-se que a bola está fora de jogo quando ela atravessa inteiramente as linhas laterais ou de fundo, quando se marca um gol ou quando o juiz interrompe a partida por qualquer motivo. A reposição de bola pode ser feita por meio de tiro livre (após uma infração), arremesso lateral, tiro de meta, escanteio ou bola ao chão.
Infrações: São punidas com tiro livre direto as faltas contra o adversário e o toque de mão ou braço na bola. O tiro livre indireto é cobrado após as obstruções, jogadas que o juiz considere perigosas ou no tranco ilícito sobre o goleiro. O jogador que reincide em faltas violentas, comete indisciplina ou desrespeito é expulso de campo. Na cobrança de faltas nenhum jogador adversário pode estar a menos de 9,15m da bola, que somente entrará em jogo depois de percorrer uma distância igual à sua circunferência.
Fundamentos do futebol
Podemos dividir os fundamentos técnicos em dois tipos de ações:
A) movimentos sem bola (corrida com mudança, saltos, giros, etc.);
B) movimentos com bola (recepção, passe, chute, etc.).
De acordo com essa divisão, pretendemos desenvolver aqui somente as técnicas básicas do futebol pertencentes ao grupo b (movimentos com bola), executando as ações específicas desenvolvidas pelos jogadores que ocupam a posição de goleiro.
Para uma melhor prática do futebol, faz-se necessário o conhecimento e domínio de algumas técnicas básicas, tais como: condução, passe, chute, drible ou finta, recepção, cabeceio e arremesso lateral.
O cabeceio e o arremesso lateral serão abordados como elementos pertencentes a outros fundamentos técnicos, ou seja, o arremesso lateral seria considerado uma forma de passe, e o cabeceio, dentro dos demais fundamentos. As técnicas serão abordadas na seguinte sequência: definição e conceituação do termo, descrição da técnica e as possíveis variações e formas.
Condução: É o ato de deslocar-se pelos espaços possíveis do jogo, tendo consigo o passe de bola.
Técnica de condução de bola:
a) posicionar o corpo e movimentá-lo de maneira a facilitar o tipo de condução desejada;
b) manter a bola numa distancia que facilite a sequência da condução, bem como as variações necessárias de acordo com exigência da situação;
c) utilizar o tipo de toque adequado à situação;
d) postura adequada à movimentação, com o centro de gravidade um pouco mais baixo, quando necessário um melhor domínio e mais alto, quando conduzir em alta velocidade;
e) distribuir a atenção na bola, no espaço e nos demais jogadores.
Passe. É um elemento técnico inerente ao fundamento chute, que se caracteriza pelo ato de impulsionar a bola para um companheiro.
Técnica do passe:
a) posicionamento do corpo de maneira favorável a sua execução;
b) pé de apoio ao lado (atrás ou à frente) da bola;
c) projeção da perna (membro inferior direito ou esquerdo) a ser utilizada em direção à bola;
d) toque propriamente dito (durante a execução do movimento, o braço ajuda no coordenação e equilíbrio).
Chute: É o ato de golpear a bola, desviando ou dando trajetória à mesma, estando ela parada ou em movimento.
Técnica do chute: É semelhante à técnica do passe, sendo o objetivo das ações sua grande diferença. O chute tem como objetivo finalizar uma ação para o gol ou impedir o prosseguimento das ações do adversário.
Drible ou finta. É o ato que o jogador, estando ou não em posse da bola, tenta ludibriar o seu adversário.
O drible, de acordo com a sua origem inglesa (dribbling), seria a progressão com a bola. Entretanto, no cotidiano do futebol, o drible é entendido como a forma de ludibriar o adversário. O termo correto para a ação de desvencilhar-se de um adversário seria finta, mas, como a palavra drible tornou-se muito utilizada neste sentido, consideraremos os dois como sinônimos.
Técnica do drible ou finta:
a) posicionar o corpo de maneira favorável ao drible (ou finta) desejado;
b) manter a bola próxima ao corpo e o centro de gravidade baixo, permitindo assim um  melhor domínio sobre a mesma;
c) utilizar o tipo de toque e movimentação adequados ao drible desejado, de acordo com a situação;
d) na execução do drible, a atenção é dirigida para a movimentação do adversário para o espaço e para a bola.
Recepção: Se o aluno não consegue Ter a posse da bola quando tenta interromper a trajetória da mesma, dizemos que houve uma má recepção. Este mesmo fundamento aparece na literatura como os seguintes sinônimos: abafamento, amortecimento, travar ou dominar a bola.
Técnicas da recepção:
a) posicionamento do corpo de maneira favorável a recepção, com a parte do corpo a realizar o contato voltada par a bola;
b) ao aproximar-se da bola, amortecê-la, tentando inicialmente, diminuir a sua velocidade;
c) manter a bola próxima ao corpo, favorecendo assim, o seu domínio.
Cabeceio: É o ato de impulsionar a bola utilizando a cabeça.
Esse gesto técnico é bastante utilizado durante o jogo e pode ser aplicado, tanto para ações ofensivas como defensivas. O cabeceio apresenta-se como uma das alternativas para a realização de outros fundamentos, tais como: passe, chute, recepção, etc.
O cabeceio poderá ser executado parado ou em movimento, estando ou não em suspensão. Aconselha-se principalmente, o uso da testa como a região da cabeça que irá realizar o contato com a bola. Existem duas posições básicas do tronco em relação à bola, no momento da execução do gesto técnico: frontal ou lateral.
Tática : Até por volta de 1990 dominou um “3-5-2”, que na Copa de 1994 deu lugar ao “4-4-2”. O extremo cuidado com o preparo físico dos atletas permitiu grandes inovações táticas. Na base de tudo está o princípio de que, ao invés de ater-se a posições fixas, o jogador deve exercer um maior número de missões, atacando, armando e defendendo em estreita cooperação com os companheiros de equipe.




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