BOA NOITE GALERA!!!
PESQUISA SOBRE:
PRIMEIROS SOCORROS FRATURAS
GRUPO DE ATÉ 3 ALUNOS
DIGITADO
VALOR: 5,0 PONTOS
DATA DE ENTREGA: 26/10 QUARTA- FEIRA
BOM TRABALHO
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
ALUNOS 6° E 7° ANOS TRABALHO DE GINÁSTICA ACROBÁTICA
Boa Noite!! Galera
TRABALHO DE GINÁSTICA ACROBÁTICA
PESQUISAR SOBRE:
REGRAS;
MOVIMENTOS;
CURIOSIDADES
GRUPOS DE ATÉ 3 ALUNOS ;
DIGITADO
DATA DE ENTREGA: 26/10 QUARTA - FEIRA.
VALOR: 5,0 PONTOS
BOM TRABALHO!!!!
TRABALHO DE GINÁSTICA ACROBÁTICA
PESQUISAR SOBRE:
REGRAS;
MOVIMENTOS;
CURIOSIDADES
GRUPOS DE ATÉ 3 ALUNOS ;
DIGITADO
DATA DE ENTREGA: 26/10 QUARTA - FEIRA.
VALOR: 5,0 PONTOS
BOM TRABALHO!!!!
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
9º ANO Primeiros Socorros
Olá galera!!!!!
mantenha a calma;
procure o auxílio de outras
pessoas, caso seja necessário, e peça que chamem um médico;
ligue para emergência em sua
cidade;
mantenha os curiosos à distância,
pois assim o socorrista terá espaço suficiente para trabalhar;
faça o exame primário para a
avaliação completa do estado da vítima. Mas atenção: o exame secundário, que visa
descobrir quais foram as lesões sofridas, só pode ser feito se a vítima se
encontrar em condições estáveis.
analise o ambiente em que se encontra
a vítima, a fim de minimizar os riscos tanto para o acidentado como para o
socorrista (fios elétricos, animais, tráfego, entre outros);
caso necessite parar ou desviar o
trânsito, procure pessoas capazes de fazê-lo;
se necessário, remova a vítima para
um local adequado;
aja sempre com o intuito de acalmar
a pessoa, e sem movimentá-la com gestos bruscos;
converse com a vítima, pois, se ela
responder, significa que não existe problema respiratório grave. Caso ela não
consiga se comunicar adequadamente, verifique se está respirando. Em caso
negativo, você deve agir rápido: proteja a sua mão, abra a boca da vítima e
verifique se há algo atrapalhando a respiração, como prótese dentária ou
vômito; remova imediatamente. Se necessário, faça a respiração boca-a- boca e a reanimação cárdio-pulmonar
(RCP);
se a vítima estiver vomitando,
coloque-a na posição lateral de segurança (com a cabeça voltada para o lado, a
fim de evitar engasgos).

observar o ambiente em que a vítima
se encontra;
colocar reto o pescoço da vítima e
manter a mandíbula segura, visando desobstruir as vias respiratórias e amenizar
a pressão na coluna cervical;
avaliar se a vítima apresenta parada respiratória ou
cardíaca. Em caso positivo, começar imediatamente a reanimação cárdio-pulmonar (R.C.P.);
analisar a existência de hemorragias, e buscar meios
para contê-las;
verificar o estado de consciência
da vítima;
avaliar a intensidade da dor;
conferir a temperatura do
acidentado;
manter a vítima aquecida com
cobertores e/ou lençóis.
analise a região superior do couro
cabeludo, procurando alguma alteração;
escorregue as mãos pela parte de
trás da cabeça;
apalpe a parte frontal do crânio
(testa e região superior).
toque na clavícula (osso do ombro),
um lado de cada vez;
apalpe a face anterior (da frente)
do tórax;
apalpe o abdômen;
pressione o quadril anterior e
lateralmente.
apalpe braços, ombros, cotovelos,
antebraços e mãos;
verifique o pulso radial (no punho);
examine a movimentação dos membros.
apalpe a coxa desde a virilha;
apalpe joelho, perna e pé;
cheque o pulso pedioso (no peito do
pé);
examine a motricidade
(movimentação);
repita o exame na outra perna.
|
Conhecimentos básicos de primeiros socorros
|
Embora cada acidente tenha características próprias, alguns
procedimentos essenciais devem ser observados em todas as situações de
emergência. É importante saber que as duas primeiras horas após o acidente são decisivas
para o tratamento eficaz dos ferimentos e a sobrevivência da vítima. Portanto,
uma leitura cuidadosa das técnicas possibilitará mais segurança e controle
emocional na hora de prestar socorro. Confira.
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Os suprimentos de primeiros
socorros são indispensáveis para o atendimento; por isso, é sempre bom ter
um kit em casa e outro no carro.
Envolve a avaliação completa da vítima, com especial atenção para tudo o
que possa provocar risco de vida:
Este exame somente é feito quando o acidentado se apresenta em condições
estáveis. Siga as instruções abaixo.
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Cabeça e face
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Tronco
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Obs: durante este exame, fique atento para o surgimento de bolhas e
crepitações sob a pele, que podem indicar necessidade de atendimento médico
imediato.
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Membros superiores
|
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Membros inferiores
|
OBS: Ao analisar a capacidade de movimento da vítima, deve-se ter
cuidado redobrado ante uma suspeita de fratura. Evite ao máximo
mexer no paciente, e providencie o socorro especializado.
1. Manter a calma.
2. Ter em mente a seguinte ordem quando prestar socorro: eu (o socorrista) — minha equipe — vítima.
3. Checar se há riscos no local de socorro.
4. Conservar o bom senso.
5. Manter o espírito de liderança.
6. Distribuir tarefas.
7. Evitar atitudes impensadas.
8. Havendo muitas vítimas, dar preferência àquelas com maior risco de vida (sofrendo de parada cárdio-respiratória ou sangramento excessivo, por exemplo).
9. Agir como socorrista, não como herói.
10. Pedir auxílio, especialmente do Corpo de Bombeiros local.
2. Ter em mente a seguinte ordem quando prestar socorro: eu (o socorrista) — minha equipe — vítima.
3. Checar se há riscos no local de socorro.
4. Conservar o bom senso.
5. Manter o espírito de liderança.
6. Distribuir tarefas.
7. Evitar atitudes impensadas.
8. Havendo muitas vítimas, dar preferência àquelas com maior risco de vida (sofrendo de parada cárdio-respiratória ou sangramento excessivo, por exemplo).
9. Agir como socorrista, não como herói.
10. Pedir auxílio, especialmente do Corpo de Bombeiros local.
domingo, 18 de setembro de 2016
MATÉRIA GINÁSTICA PARA 6° E 7° ANOS
Ginástica
A ginástica é
um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a
prática de uma série de movimentos exigentes deforça,
flexibilidade e coordenação motora para
fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.
Modalidades: as subdivisões
competitivas
A ginástica moderna,
regimentada pela Federação Internacional de Ginástica, incorpora seis
modalidades distintas, com uma delas divida em duas ramificações de importância
igual, gerando assim um total de sete, de acordo com a visão da federação, que
deu ainda a cada uma delas um específico Código
de Pontos. Uma dentre as demais,
não competitiva, reúne no concreto, o conceito da ginástica em si:
|
Modalidade
|
Principal evento
|
Primeira aparição
|
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Ginástica artística
(no Brasil, chamada também de olímpica) |
||
|
Ginástica geral
|
Ginástica acrobática
Embora a acrobacia,
enquanto prática, tenha desenvolvido-se durante o século VIII, devido ao
surgimento do circo, as primeiras competições do esporte
datam do século XX, com a primeira
realizada em 1973. Nesse mesmo ano, fora criada Federação Internacional de
Esportes Acrobáticos, fundada, em 1998, à FIG.[30] Esta modalidade tem
por objetivo o trabalho em grupo e a cooperação. Confiar no parceiro é
habilidade imperativa para o trabalho em equipes, que consiste em beleza,
dinâmica, força, equilíbrio, destreza, coordenação e flexibilidade. Suas
competições possuem cinco divisões: par feminino, par masculino, par misto,
trio feminino e quarteto masculino. As rotinas são executadas em um tablado de
12x12 metros, em igual medida ao da prática artística. Os acrobatas em grupo
devem executar três séries: de equilíbrio, dinâmica e combinada. Uma de
Equilíbrio, uma Dinâmica e outra Combinada. As séries dinâmicas são mais ativas
e com elementos de lançamentos com voos do ginasta. As de equilíbrio valorizam
os exercícios estáticos. Em níveis mais altos, a combinada é um misto das duas
séries anteriormente citadas. Todas as apresentações são realizadas com música,
a fim de enriquecer os movimentos corporais.
Ginástica aeróbica
Esta modalidade -
elaborada por Kenneth Cooper - foi inicialmente
desenvolvida para o treinamento de astronautas. Mais tarde, a iniciativa fora
continuada por Jane Fonda, que expandiu o
programa técnica e comercialmente para se tornar a popular fitness aerobics. Assim, a ginástica aeróbica surgiu no
final da década de 1980 como forma de praticar exercícios físicos, voltada para
o público em geral. Pouco depois, tornou-se também um esporte competitivo para
ginastas de alto nível. Quatorze anos mais tarde, a Federação Internacional
organizou os campeonatos mundiais da modalidade, cuja primeira edição
contabilizou a participação de 34 países. Esta
disciplina requer do ginasta um elevado nível de força, agilidade,
flexibilidade e coordenação. Piruetas e mortais, típicos da ginástica
artística, não são movimentos executados pela modalidade aeróbica. Seus eventos
são divididos em cinco: individual feminino e masculino, pares mistos, trios e
sextetos. De acordo com a FIG, o Brasil é o país com o maior
número de praticantes da ginástica aeróbica, com mais quinhentos mil
praticantes. Estados Unidos, Argentina, Austrália e Espanha, são outros
países de práticas destacadas.
Ginástica artística
Esta modalidade, por
ser a mais antiga de todas, tem sua história constantemente confundida com a da
própria ginástica. Enquanto cunho esportivo, a ginástica artística foi a
primeira ramificação da ginástica em si, em matéria de combinação de exercícios
sistemáticos, criada para diferenciar as técnicas e os movimentos criados das
práticas militares. Praticada desde a Grécia antiga, se vista como
ginástica, a artística evoluiu com o surgimento dos centros de treinamento,
idealizados e realizados pelo alemãoFriedrich
Ludwig Jahn,
que criou e aperfeiçoou aparelhos como conhecidos hoje. Sua inserção nos Jogos
Olímpicos da era moderna, deu à ginástica o status de esporte olímpico, no qual se
desenvolveram e são disputadas suas demais modalidades competitivas dentro do
conceito de esporte e modalidade do Comitê Olímpico Internacional.
Suas competições
dividem-se em duas submodalidades, vistas pela FIG como modalidades diferentes
e de igual importância às outras cinco: WAG (feminina) e MAG (masculina), com regras e
aparelhos distintos. Enquanto os homens disputam oito provas - equipes, concurso geral, cavalo
com alças, argolas, barras paralelas, barra fixa, solo e salto -, as mulheres
disputam seis - equipes, individual geral, trave e barras
assimétricas.
Os ginastas devem mostrar força, equilíbrio, coordenação, flexibilidade e graça
(este último, unicamente na WAG). Na
competição, as notas são divididas em de partida e de execução. Na fase
classificatória, os primeiros 24 colocados avançam para a prova do concurso
geral, as oito primeiras nações avançam para a final coletiva e os oito melhor
colocados em cada aparelho avançam para as finais individuais por aparato.
Ginástica geral
A ginástica para
todos traz a essência da prática para dentro da Federação Internacional, ou
seja, é o conceito da própria ginástica, inserida na e para a federação.
Historicamente, a origem desta modalidade não competitiva, está atrelada à
trajetória da própria FIG e tem por significado a junção de todas as
modalidades, que resultam em um conjunto de exercícios que visam os benefícios
da prática constante. O importante é realizar os movimentos gímnicos com prazer
e originalidade. Esta modalidade não é competitiva e pode ser praticada por
todos independente de idade, porte ou aptidão física. Em suma, a ideia da
ginástica geral é a mesma da ginástica enquanto prática física descrita por Francisco Amoros.
Por mostrar-se mais
interessado pelos festivais de ginástica e pelos benefícios da modalidade do
que pelas competições, o até então presidente Nicolas
Cupérus,
idealizou uma Gymnaestrada calcado na filosofia da ginástica
geral, que representa a ideia primeira da ginástica em si. Falecido, não chegou
a vê-lo realizado, pois só em 1953, o Festival Internacional de Ginástica,
inspirado nas Lingiádas,
festivais de apresentação das práticas gímnicas que aconteciam na Suécia, teve sua primeira
edição concretizada, em Roterdã. É durante as Gymnaestradas que os atletas e praticantes mostram a
evolução do esporte e compartilham seus conhecimentos entre as nações.
Ginástica rítmica
Data do século XVI o primeiro relato
acerca da prática da ginástica ligada ao ritmo. A partir disso, foram mais de
duzentos anos até se tornar um conjunto uniforme de dança, levado à extinta União
Soviética,
onde passou a ser ensinado como um novo esporte. Mais tarde, obteve sua
independência da modalidade artística - para a qual deixou a musicalidade - e
um sistema organizado, com aparelhos e competições próprios, criados pelo
alemão Medau e incentivado pela árbitra Berthe
Villancher.[42] Em 1996, tornou-se um
esporte olímpico, cem anos após a entrada da ginástica em Jogos
Olímpicos.
Esta modalidade envolve movimentos de corpo em dança de variados tipos e
dificuldades combinadas com a manipulação de pequenos equipamentos. Em suas
rotinas, são ainda permitidos certos elementos pré-acrobáticos, como os
rolamentos e os espacates.
As atletas, durante suas apresentações, devem
mostrar coordenação, controle e movimentos de dança harmônicos e sincronizados
com as companheiras e a música.
Ginástica de trampolim
Ainda que seu
surgimento seja impreciso, é sabido que na Idade Média os acrobatas de circo
utilizavam tábuas de molas em suas apresentações e os trapezistas realizavam
novos saltos a partir do impulso realizado em uma rede de segurança. Contudo,
apenas no início do século XX, apareceram as
performances realizadas em "camas de pular", enquanto forma de
entretenimento. Na história circense, estudiosos supõem que o acrobata Du
Trampolin, aproveitou a impulsão da rede de proteção como forma de decolagem.
Mais tarde, o aparelho sofreu um outro tipo de modificação, nos Estados Unidos,
para atividade de queda e mergulho.
Enquanto esporte, o
trampolim foi criado por George Nissen, em 1936, e
institucionalizado como modalidade esportiva nos programas de Educação Física
em escolas, universidades e treinamentos de militares. Popularizado, é
praticado por profissionais do esporte e amadores. Como modalidade regida pela FIG, o
trampolim consiste em liberdade, voo e espaço. Inúmeros mortais e piruetas são
executados a oito metros de altura e requerem precisão técnica e preciso
controle do corpo. As competições são individuais ou sincronizadas para os
homens e para as mulheres. São usados um e dois trampolins para um ou dois
atletas de performances parecidas que devem executar uma série de dez
elementos.
Esta, em contraposto
ao que aparenta, não é uma prática nascida do trampolim acrobático, embora
pertença ao mesmo grupo. Modalidade integrante dos Jogos Olímpicos de Los Angeles - 1932, teve como primeiro
campeão do mundo, o norte-americano Rolando Wolf. Nas décadas de 1960 e 1970 o tumbling atingiu maior popularidade na Europa Oriental, tendo gradualmente
adquirido presença na Europa Ocidental, Estados Unidos, Ásia e Austrália. O tumbling é executado em uma pista elevada de 25
metros, que ajuda os acrobatas dando uma propulsão que os elevam até altura
superior a de uma tabela de basquetebol. Durante a performance, o ginasta deve
sempre demonstrar velocidade, força e habilidade, enquanto executa uma série de
manobras acrobáticas. Mortais com múltiplos saltos e piruetas serão executados
sempre em busca de uma performance próxima ao limite de altura e velocidade.
Considerado um
esporte relativamente novo, o duplo-mini é um misto do trampolim acrobático e
do tumbling: combina a
corrida horizontal do tumbling com os saltos verticais do trampolim.
Depois de uma pequena corrida, o atleta salta sobre um trampolim pequeno,
duplamente nivelado, para executar um salto em um dos níveis, ressaltando no
segundo, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre o
colchão de aterrissagem. O duplo-mini trampolim é semelhante em conceito a um trampolim
de mergulho,
porém usando um colchão em vez de água.
A Federação Internacional
Todas as competições
oficiais de ginástica e a Gymnaestrada são reguladas pela Federação
Internacional de Ginástica (FIG), que
estabelece normas e calendários para todos os eventos internacionais
competitivos ou não. Fundada em 23 de julho de 1881, a FIG tem ainda a
responsabilidade sobre o Código
de Pontuação,
a publicação que orienta os ginastas, técnicos e árbitros na elaboração,
composição e avaliação das séries em todas as provas, e que ainda rege os
resultados da modalidade, além de ser utilizado para pontuar os eventos da
ginástica em nível internacional, como os Mundiais e os Jogos Olímpicos.
A FIG é também
responsável pela realização dos Campeonatos Mundiais de Ginástica e pela Copa do Mundo de Ginástica Artística, realizada em várias
etapas. Existem ainda diversas outras competições, a nível continental, nacional
e regional.[51] Como filiadas diretas
e responsáveis pelas federações nacionais, estão a União Europeia de Ginástica, aUnião Pan-americana, a União Asiática e a União Africana
Modalidades não competitivas]
Além
das modalidades regidas pela FIG, existem ainda outras, difundidas e
popularizadas, cujos fins trabalham no patamar único das melhorias para o corpo
e a mente, praticadas em academias, escritórios, residências, consultórios e ao
ar livre; em grupos, individualmente e/ou como tratamento. Estas modalidades
são aquelas que, evoluídas, assim como as modalidades competitivas, também
caracterizam-se por retirar do ser humano uma capacidade que independe de
posição sociocultural ou geográfica: seus movimentos naturais em benefício de
si mesmos. Um exemplo desta atividade é o salto, que, estudado de forma
sistemática, foi sendo aprimorado e modificado para os mais variados esportes e
para as mais variadas utilidades entre as ramificações não competitivas, sejam
elas para recreação, interação social ou recuperação.
Contorcionismo
Historicamente, o contorcionismo era
encontrado em ilustrações e esculturas no Egito, Grécia e Roma. O circo romano foi um dos impulsos
para que esta modalidade perdurasse. Além das civilizações antigas esta arte
também foi encontrada em meio aos Hindus, que realizavam
diversas poses de contorção para atender ao benefício corporal e espiritual. O contorcionismo é o
chamado over da flexibilidade gímnica. É nessa
modalidade, que os praticantes atingem flexão acima dos ditos limites do corpo.
Seus exercícios são tipicamente desempenhados em circos, como o Cirque
du Soleil, ou práticas que envolvam alongamento, como a yoga e o pilates,
e constitui um número de espetáculo reconhecido e admirado no mundo, desde aAntiguidade. O contorcionismo consiste em executar movimentos de flexibilidade
pouco comuns, como girar a coluna até 180 graus e os braços em 360. Um dos maiores representantes desta
prática é o norte-americanoDaniel
Browning Smith.
Ginástica cerebral
A chamada ginástica cerebral nasceu da necessidade de manter
o cérebro constantemente exercitado. Para que todo o trabalho de resgate e
cruzamento de informações aconteça com eficácia e rapidez, é preciso que o
cérebro esteja com todas as duas sinapses devidamente desimpedidas, ativas, em
forma e prontas para serem utilizadas. Só assim as informações arquivadas serão
resgatadas no momento certo, no tempo necessário e circularão com rapidez,
auxiliando nas decisões, com maior precisão, eficácia e agilidade. Esta ginástica é praticada através de exercícios e movimentos
coordenados do corpo que, executados de maneira apropriada, acessam e estimulam
partes específicas do cérebro, antes pouco utilizadas e desconectadas do
conjunto cerebral. É o objetivo da ginástica cerebral estimular os hemisférios
do órgão para que trabalhem simultânea e integralmente, o que oferece a
possibilidade de utilização do cérebro de maneira total, em todo o seu
potencial. Nascida na década de
1970, na Universidade da
Califórnia, esta modalidade é trabalhada junto aos
princípios filosóficos e técnicos do Tai Chi Chuan, da acupuntura e da yoga, a fim de aproveitar todo o potencial do cérebro.
Ginástica laboral
A ginástica laboral é definida como a realização de
exercícios físicos no ambiente de trabalho, durante o horário de expediente,
para promover a saúde dos funcionários e evitar lesões de esforços repetitivos
e doenças ocupacionais. Além dos exercícios físicos, consiste em alongamentos,
relaxamento muscular e flexibilidade das articulações. Apesar da prática da
ginástica laboral ser coletiva, ela é moldada de acordo com a função exercida
por cada trabalhador. Nascida em
1925, entre os operários poloneses, a ginástica laboral foi passada à Holanda, Rússia, Bulgária e Alemanha Oriental. Mais
tarde, chegou ao Japão. Após a Segunda Guerra Mundial, o programa espalhou-se e evoluiu pelo mundo. Apesar de não
conhecida por esta denominação, foi a ginástica laboral que deu à ginástica um
elo com a Medicina, o que lhe rendeustatus na sociedade enquanto âmbito a ser
estudado e aprimorado.
Ginástica localizada e de academia
A ginástica
localizada é dita uma das formas mais tradicionais e populares de prática do
exercício físico, dentre as demais modalidades não esportivas e consiste em
exercícios priorizando séries para cada segmento muscular ou pelos segmentos
articulares. Com duração de aproximados sessenta minutos, as práticas da
ginástica localizada levam ao condicionamento físico, emagrecimento e
fortalecimento muscular. Sua prática lembra a ginástica aeróbica.
A ginástica de
academia, subdivide-se em categorias menores - como step,aeroboxe, body
pump, tae fight e circuito -, consiste em um apanhado
organizado de movimentos ginásticos, a fim de moldar o corpo e dar aos
praticantes hábitos mais saudáveis. É através da
repetição que a ginástica utilizada nas academias atinge resultados
satisfatórios. Seus exercícios são trabalhados separadamente e para cada parte
do corpo é realizada uma sequência de movimentação
diferente, seja com pesos ou não, individual ou em grupo. Bem como a
localizada, sua prática lembra a ginástica aeróbica, como assim também costuma
ser chamada.
Ginástica natural, corretiva, de compensação e de conservação
A ginástica natural
possui os conceitos e fundamentos de métodos de séculos passados, fundamentada
nos movimentos naturais do homem primitivo e nas atividades em contato com a
natureza. No entanto, seus exercícios, para serem praticados ao ar livre e nas
aulas para ambientes fechados, foram desenvolvidos e adaptados de uma forma
única e com influências dos esportes praticados por Alvaro Romano, seu criador. Com uma movimentação constante e
várias combinações de movimentos, a ginástica natural tem como base a
movimentação no solo do jiu-jitsu, os exercícios de
força com o peso do próprio corpo, técnicas de alongamento e flexibilidade de
forma dinâmica, acrescidos de técnicas de respiração. É um trabalho completo
que desenvolve qualidades físicas como força, flexibilidade, coordenação e
técnicas de respiração, que proporcionam ao praticante uma grande evolução no
seu controle motor e mental. A
ginástica corretiva, por sua vez, é uma modalidade de prática individual, de
uso da medicina, que visa a correção
da coluna vertebral, bem como o
tratamento de anomalias musculares e deformações
congênitas. Entre alguns desvios posturais que a
corretiva é capaz de amenizar estão a escoliose e a hiperlordose. As de compensação e de conservação
possuem o mesmo caráter individual da corretiva, e visam a melhora postural do
indivíduo antes da fase de correção.
Hidroginástica
A história desta modalidade não competitiva remonta ao fim da Grécia Antiga e ao Império Romano. A chamada
ginástica higiênica deu origem as práticas dos exercícios ginásticos dentro das termas e piscinas públicas, nas quais
as pessoas se reuniam para uma espécie de hidroterapia. No Oriente, em relatos chineses e
japoneses, esta prática também era comum em forma de massagens e movimentos
corporais. Por isso, a ginástica e a hidroterapia são consideradas as
precursoras da hidroginástica, que, aplicadas juntas, lhe deram a forma vista
nos anos de 1950, quando esta modalidade gímnica passou a ser sistematizada
para academias e grupos de praticantes.
A hidroginástica tem
por finalidade melhorar a capacidade aeróbica e cardiorrespiratória, a
resistência e a força muscular, a flexibilidade e o bem-estar de seus
praticantes. Possui a vantagem de poder ser praticada por pessoas de qualquer
sexo e idade. A hidroginástica é uma opção alternativa para o programa de
prática mais comum de exercícios, como a ginástica de academia. Sua eficácia
vai de atletas em treinamento, gestantes, pessoas em fase de reabilitação, até
as que estão acima ou abaixo do peso ou com algum tipo de deficiência. Os
exercícios aquáticos são divertidos, agradáveis, eficazes, estimulantes,
cômodos e seguros. A hidroginástica permite a redução no esforço articular.
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