quinta-feira, 20 de outubro de 2016

8° e 9°ANOS TRABALHO DE PRIMEIROS SOCORROS FRATURAS

BOA NOITE GALERA!!!

PESQUISA SOBRE:
PRIMEIROS SOCORROS FRATURAS
GRUPO DE ATÉ 3 ALUNOS
DIGITADO
VALOR:  5,0 PONTOS
DATA DE ENTREGA: 26/10 QUARTA- FEIRA


BOM TRABALHO

ALUNOS 6° E 7° ANOS TRABALHO DE GINÁSTICA ACROBÁTICA

Boa Noite!! Galera

TRABALHO DE GINÁSTICA ACROBÁTICA
PESQUISAR SOBRE:
REGRAS;
MOVIMENTOS;
CURIOSIDADES

GRUPOS DE ATÉ 3 ALUNOS ;
DIGITADO
DATA DE ENTREGA:  26/10 QUARTA - FEIRA.
VALOR: 5,0 PONTOS

BOM TRABALHO!!!!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

9º ANO Primeiros Socorros

Olá galera!!!!!


Conhecimentos básicos de primeiros socorros
Embora cada acidente tenha características próprias, alguns procedimentos essenciais devem ser observados em todas as situações de emergência. É importante saber que as duas primeiras horas após o acidente são decisivas para o tratamento eficaz dos ferimentos e a sobrevivência da vítima. Portanto, uma leitura cuidadosa das técnicas possibilitará mais segurança e controle emocional na hora de prestar socorro. Confira.

   Compreenda a situação
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgmantenha a calma;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifprocure o auxílio de outras pessoas, caso seja necessário, e peça que chamem um médico;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgligue para emergência em sua cidade;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgmantenha os curiosos à distância, pois assim o socorrista terá espaço suficiente para trabalhar;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgfaça o 
exame primário para a avaliação completa do estado da vítima. Mas atenção: o exame secundário, que visa descobrir quais foram as lesões sofridas, só pode ser feito se a vítima se encontrar em condições estáveis.
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image008.gif
   Proteja a vítima
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpganalise o ambiente em que se encontra a vítima, a fim de minimizar os riscos tanto para o acidentado como para o socorrista (fios elétricos, animais, tráfego, entre outros);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifcaso necessite parar ou desviar o trânsito, procure pessoas capazes de fazê-lo;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgse necessário, remova a vítima para um local adequado;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifaja sempre com o intuito de acalmar a pessoa, e sem movimentá-la com gestos bruscos;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgconverse com a vítima, pois, se ela responder, significa que não existe problema respiratório grave. Caso ela não consiga se comunicar adequadamente, verifique se está respirando. Em caso negativo, você deve agir rápido: proteja a sua mão, abra a boca da vítima e verifique se há algo atrapalhando a respiração, como prótese dentária ou vômito; remova imediatamente. Se necessário, faça a 
respiração boca-a- boca e a reanimação cárdio-pulmonar (RCP);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgse a vítima estiver vomitando, coloque-a na posição lateral de segurança (com a cabeça voltada para o lado, a fim de evitar engasgos).
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image009.jpg

Os suprimentos de primeiros socorros são indispensáveis para o atendimento; por isso, é sempre bom ter um kit em casa e outro no carro.
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image008.gif
   Exame primário
Envolve a avaliação completa da vítima, com especial atenção para tudo o que possa provocar risco de vida:
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgobservar o ambiente em que a vítima se encontra;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgcolocar reto o pescoço da vítima e manter a mandíbula segura, visando desobstruir as vias respiratórias e amenizar a pressão na coluna cervical;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifavaliar se a vítima apresenta 
parada respiratória ou cardíaca. Em caso positivo, começar imediatamente a reanimação cárdio-pulmonar (R.C.P.);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpganalisar a existência de 
hemorragias, e buscar meios para contê-las;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifverificar o estado de consciência da vítima;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgavaliar a intensidade da dor;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifconferir a temperatura do acidentado;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgmanter a vítima aquecida com cobertores e/ou lençóis.
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image008.gif
   Exame secundário
Este exame somente é feito quando o acidentado se apresenta em condições estáveis. Siga as instruções abaixo.
  Cabeça e face
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpganalise a região superior do couro cabeludo, procurando alguma alteração;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgescorregue as mãos pela parte de trás da cabeça;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgapalpe a parte frontal do crânio (testa e região superior).
   Tronco
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgtoque na clavícula (osso do ombro), um lado de cada vez;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgapalpe a face anterior (da frente) do tórax;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgapalpe o abdômen;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image005.jpgpressione o quadril anterior e lateralmente.
Obs: durante este exame, fique atento para o surgimento de bolhas e crepitações sob a pele, que podem indicar necessidade de atendimento médico imediato.
   Membros superiores
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifapalpe braços, ombros, cotovelos, antebraços e mãos;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifverifique o pulso radial (no punho);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgexamine a movimentação dos membros.
   Membros inferiores
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image006.gifapalpe a coxa desde a virilha;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgapalpe joelho, perna e pé;
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgcheque o pulso pedioso (no peito do pé);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgexamine a motricidade (movimentação);
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image007.jpgrepita o exame na outra perna.
OBS: Ao analisar a capacidade de movimento da vítima, deve-se ter cuidado redobrado ante uma suspeita de fratura. Evite ao máximo mexer no paciente, e providencie o socorro especializado.
Descrição: http://www.prefeiturarp.usp.br/pages/cipa/manual_primeiros_socorros_arquivos/image008.gif
   Dez mandamentos do socorrista
1. Manter a calma.
2. Ter em mente a seguinte ordem quando prestar socorro: eu (o socorrista) — minha equipe — vítima.
3. Checar se há riscos no local de socorro.
4. Conservar o bom senso.
5. Manter o espírito de liderança.
6. Distribuir tarefas.
7. Evitar atitudes impensadas.
8. Havendo muitas vítimas, dar preferência àquelas com maior risco de vida (sofrendo de parada cárdio-respiratória ou sangramento excessivo, por exemplo).
9. Agir como socorrista, não como herói.
10. Pedir auxílio, especialmente do Corpo de Bombeiros local.


domingo, 18 de setembro de 2016

MATÉRIA GINÁSTICA PARA 6° E 7° ANOS



Ginástica
ginástica é um conceito que engloba modalidades competitivas e não competitivas e envolve a prática de uma série de movimentos exigentes deforça, flexibilidade e coordenação motora para fins únicos de aperfeiçoamento físico e mental.

Modalidades: as subdivisões competitivas

A ginástica moderna, regimentada pela Federação Internacional de Ginástica, incorpora seis modalidades distintas, com uma delas divida em duas ramificações de importância igual, gerando assim um total de sete, de acordo com a visão da federação, que deu ainda a cada uma delas um específico Código de Pontos. Uma dentre as demais, não competitiva, reúne no concreto, o conceito da ginástica em si:

 

Ginástica acrobática

Embora a acrobacia, enquanto prática, tenha desenvolvido-se durante o século VIII, devido ao surgimento do circo, as primeiras competições do esporte datam do século XX, com a primeira realizada em 1973. Nesse mesmo ano, fora criada Federação Internacional de Esportes Acrobáticos, fundada, em 1998, à FIG.[30] Esta modalidade tem por objetivo o trabalho em grupo e a cooperação. Confiar no parceiro é habilidade imperativa para o trabalho em equipes, que consiste em beleza, dinâmica, força, equilíbrio, destreza, coordenação e flexibilidade. Suas competições possuem cinco divisões: par feminino, par masculino, par misto, trio feminino e quarteto masculino. As rotinas são executadas em um tablado de 12x12 metros, em igual medida ao da prática artística. Os acrobatas em grupo devem executar três séries: de equilíbrio, dinâmica e combinada. Uma de Equilíbrio, uma Dinâmica e outra Combinada. As séries dinâmicas são mais ativas e com elementos de lançamentos com voos do ginasta. As de equilíbrio valorizam os exercícios estáticos. Em níveis mais altos, a combinada é um misto das duas séries anteriormente citadas. Todas as apresentações são realizadas com música, a fim de enriquecer os movimentos corporais.

 

Ginástica aeróbica

Esta modalidade - elaborada por Kenneth Cooper - foi inicialmente desenvolvida para o treinamento de astronautas. Mais tarde, a iniciativa fora continuada por Jane Fonda, que expandiu o programa técnica e comercialmente para se tornar a popular fitness aerobics. Assim, a ginástica aeróbica surgiu no final da década de 1980 como forma de praticar exercícios físicos, voltada para o público em geral. Pouco depois, tornou-se também um esporte competitivo para ginastas de alto nível. Quatorze anos mais tarde, a Federação Internacional organizou os campeonatos mundiais da modalidade, cuja primeira edição contabilizou a participação de 34 países. Esta disciplina requer do ginasta um elevado nível de força, agilidade, flexibilidade e coordenação. Piruetas e mortais, típicos da ginástica artística, não são movimentos executados pela modalidade aeróbica. Seus eventos são divididos em cinco: individual feminino e masculino, pares mistos, trios e sextetos. De acordo com a FIG, o Brasil é o país com o maior número de praticantes da ginástica aeróbica, com mais quinhentos mil praticantes. Estados Unidos, Argentina, Austrália e Espanha, são outros países de práticas destacadas.

 

Ginástica artística

Esta modalidade, por ser a mais antiga de todas, tem sua história constantemente confundida com a da própria ginástica. Enquanto cunho esportivo, a ginástica artística foi a primeira ramificação da ginástica em si, em matéria de combinação de exercícios sistemáticos, criada para diferenciar as técnicas e os movimentos criados das práticas militares. Praticada desde a Grécia antiga, se vista como ginástica, a artística evoluiu com o surgimento dos centros de treinamento, idealizados e realizados pelo alemãoFriedrich Ludwig Jahn, que criou e aperfeiçoou aparelhos como conhecidos hoje. Sua inserção nos Jogos Olímpicos da era moderna, deu à ginástica o status de esporte olímpico, no qual se desenvolveram e são disputadas suas demais modalidades competitivas dentro do conceito de esporte e modalidade do Comitê Olímpico Internacional.
Suas competições dividem-se em duas submodalidades, vistas pela FIG como modalidades diferentes e de igual importância às outras cinco: WAG (feminina) e MAG (masculina), com regras e aparelhos distintos. Enquanto os homens disputam oito provas - equipes, concurso geral, cavalo com alças, argolas, barras paralelas, barra fixa, solo e salto -, as mulheres disputam seis - equipes, individual geral, trave e barras assimétricas. Os ginastas devem mostrar força, equilíbrio, coordenação, flexibilidade e graça (este último, unicamente na WAG). Na competição, as notas são divididas em de partida e de execução. Na fase classificatória, os primeiros 24 colocados avançam para a prova do concurso geral, as oito primeiras nações avançam para a final coletiva e os oito melhor colocados em cada aparelho avançam para as finais individuais por aparato.

 

Ginástica geral

A ginástica para todos traz a essência da prática para dentro da Federação Internacional, ou seja, é o conceito da própria ginástica, inserida na e para a federação. Historicamente, a origem desta modalidade não competitiva, está atrelada à trajetória da própria FIG e tem por significado a junção de todas as modalidades, que resultam em um conjunto de exercícios que visam os benefícios da prática constante. O importante é realizar os movimentos gímnicos com prazer e originalidade. Esta modalidade não é competitiva e pode ser praticada por todos independente de idade, porte ou aptidão física. Em suma, a ideia da ginástica geral é a mesma da ginástica enquanto prática física descrita por Francisco Amoros.
Por mostrar-se mais interessado pelos festivais de ginástica e pelos benefícios da modalidade do que pelas competições, o até então presidente Nicolas Cupérus, idealizou uma Gymnaestrada calcado na filosofia da ginástica geral, que representa a ideia primeira da ginástica em si. Falecido, não chegou a vê-lo realizado, pois só em 1953, o Festival Internacional de Ginástica, inspirado nas Lingiádas, festivais de apresentação das práticas gímnicas que aconteciam na Suécia, teve sua primeira edição concretizada, em Roterdã. É durante as Gymnaestradas que os atletas e praticantes mostram a evolução do esporte e compartilham seus conhecimentos entre as nações.

 

Ginástica rítmica

Data do século XVI o primeiro relato acerca da prática da ginástica ligada ao ritmo. A partir disso, foram mais de duzentos anos até se tornar um conjunto uniforme de dança, levado à extinta União Soviética, onde passou a ser ensinado como um novo esporte. Mais tarde, obteve sua independência da modalidade artística - para a qual deixou a musicalidade - e um sistema organizado, com aparelhos e competições próprios, criados pelo alemão Medau e incentivado pela árbitra Berthe Villancher.[42] Em 1996, tornou-se um esporte olímpico, cem anos após a entrada da ginástica em Jogos Olímpicos. Esta modalidade envolve movimentos de corpo em dança de variados tipos e dificuldades combinadas com a manipulação de pequenos equipamentos. Em suas rotinas, são ainda permitidos certos elementos pré-acrobáticos, como os rolamentos e os espacates. As atletas, durante suas apresentações, devem mostrar coordenação, controle e movimentos de dança harmônicos e sincronizados com as companheiras e a música.

 

Ginástica de trampolim

Ainda que seu surgimento seja impreciso, é sabido que na Idade Média os acrobatas de circo utilizavam tábuas de molas em suas apresentações e os trapezistas realizavam novos saltos a partir do impulso realizado em uma rede de segurança. Contudo, apenas no início do século XX, apareceram as performances realizadas em "camas de pular", enquanto forma de entretenimento. Na história circense, estudiosos supõem que o acrobata Du Trampolin, aproveitou a impulsão da rede de proteção como forma de decolagem. Mais tarde, o aparelho sofreu um outro tipo de modificação, nos Estados Unidos, para atividade de queda e mergulho.
Enquanto esporte, o trampolim foi criado por George Nissen, em 1936, e institucionalizado como modalidade esportiva nos programas de Educação Física em escolas, universidades e treinamentos de militares. Popularizado, é praticado por profissionais do esporte e amadores. Como modalidade regida pela FIG, o trampolim consiste em liberdade, voo e espaço. Inúmeros mortais e piruetas são executados a oito metros de altura e requerem precisão técnica e preciso controle do corpo. As competições são individuais ou sincronizadas para os homens e para as mulheres. São usados um e dois trampolins para um ou dois atletas de performances parecidas que devem executar uma série de dez elementos.
Esta, em contraposto ao que aparenta, não é uma prática nascida do trampolim acrobático, embora pertença ao mesmo grupo. Modalidade integrante dos Jogos Olímpicos de Los Angeles - 1932, teve como primeiro campeão do mundo, o norte-americano Rolando Wolf. Nas décadas de 1960 e 1970 o tumbling atingiu maior popularidade na Europa Oriental, tendo gradualmente adquirido presença na Europa Ocidental, Estados Unidos, Ásia e Austrália. O tumbling é executado em uma pista elevada de 25 metros, que ajuda os acrobatas dando uma propulsão que os elevam até altura superior a de uma tabela de basquetebol. Durante a performance, o ginasta deve sempre demonstrar velocidade, força e habilidade, enquanto executa uma série de manobras acrobáticas. Mortais com múltiplos saltos e piruetas serão executados sempre em busca de uma performance próxima ao limite de altura e velocidade.
Considerado um esporte relativamente novo, o duplo-mini é um misto do trampolim acrobático e do tumbling: combina a corrida horizontal do tumbling com os saltos verticais do trampolim. Depois de uma pequena corrida, o atleta salta sobre um trampolim pequeno, duplamente nivelado, para executar um salto em um dos níveis, ressaltando no segundo, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre o colchão de aterrissagem. O duplo-mini trampolim é semelhante em conceito a um trampolim de mergulho, porém usando um colchão em vez de água.

 

A Federação Internacional

Todas as competições oficiais de ginástica e a Gymnaestrada são reguladas pela Federação Internacional de Ginástica (FIG), que estabelece normas e calendários para todos os eventos internacionais competitivos ou não. Fundada em 23 de julho de 1881, a FIG tem ainda a responsabilidade sobre o Código de Pontuação, a publicação que orienta os ginastas, técnicos e árbitros na elaboração, composição e avaliação das séries em todas as provas, e que ainda rege os resultados da modalidade, além de ser utilizado para pontuar os eventos da ginástica em nível internacional, como os Mundiais e os Jogos Olímpicos.
A FIG é também responsável pela realização dos Campeonatos Mundiais de Ginástica e pela Copa do Mundo de Ginástica Artística, realizada em várias etapas. Existem ainda diversas outras competições, a nível continental, nacional e regional.[51] Como filiadas diretas e responsáveis pelas federações nacionais, estão a União Europeia de Ginástica, aUnião Pan-americana, a União Asiática e a União Africana

 

Modalidades não competitivas]

Além das modalidades regidas pela FIG, existem ainda outras, difundidas e popularizadas, cujos fins trabalham no patamar único das melhorias para o corpo e a mente, praticadas em academias, escritórios, residências, consultórios e ao ar livre; em grupos, individualmente e/ou como tratamento. Estas modalidades são aquelas que, evoluídas, assim como as modalidades competitivas, também caracterizam-se por retirar do ser humano uma capacidade que independe de posição sociocultural ou geográfica: seus movimentos naturais em benefício de si mesmos. Um exemplo desta atividade é o salto, que, estudado de forma sistemática, foi sendo aprimorado e modificado para os mais variados esportes e para as mais variadas utilidades entre as ramificações não competitivas, sejam elas para recreação, interação social ou recuperação.

 

Contorcionismo

Historicamente, o contorcionismo era encontrado em ilustrações e esculturas no Egito, Grécia e Roma. O circo romano foi um dos impulsos para que esta modalidade perdurasse. Além das civilizações antigas esta arte também foi encontrada em meio aos Hindus, que realizavam diversas poses de contorção para atender ao benefício corporal e espiritual. O contorcionismo é o chamado over da flexibilidade gímnica. É nessa modalidade, que os praticantes atingem flexão acima dos ditos limites do corpo. Seus exercícios são tipicamente desempenhados em circos, como o Cirque du Soleil, ou práticas que envolvam alongamento, como a yoga e o pilates, e constitui um número de espetáculo reconhecido e admirado no mundo, desde aAntiguidade. O contorcionismo consiste em executar movimentos de flexibilidade pouco comuns, como girar a coluna até 180 graus e os braços em 360. Um dos maiores representantes desta prática é o norte-americanoDaniel Browning Smith.

Ginástica cerebral

A chamada ginástica cerebral nasceu da necessidade de manter o cérebro constantemente exercitado. Para que todo o trabalho de resgate e cruzamento de informações aconteça com eficácia e rapidez, é preciso que o cérebro esteja com todas as duas sinapses devidamente desimpedidas, ativas, em forma e prontas para serem utilizadas. Só assim as informações arquivadas serão resgatadas no momento certo, no tempo necessário e circularão com rapidez, auxiliando nas decisões, com maior precisão, eficácia e agilidade. Esta ginástica é praticada através de exercícios e movimentos coordenados do corpo que, executados de maneira apropriada, acessam e estimulam partes específicas do cérebro, antes pouco utilizadas e desconectadas do conjunto cerebral. É o objetivo da ginástica cerebral estimular os hemisférios do órgão para que trabalhem simultânea e integralmente, o que oferece a possibilidade de utilização do cérebro de maneira total, em todo o seu potencial. Nascida na década de 1970, na Universidade da Califórnia, esta modalidade é trabalhada junto aos princípios filosóficos e técnicos do Tai Chi Chuan, da acupuntura e da yoga, a fim de aproveitar todo o potencial do cérebro.

 

Ginástica laboral

A ginástica laboral é definida como a realização de exercícios físicos no ambiente de trabalho, durante o horário de expediente, para promover a saúde dos funcionários e evitar lesões de esforços repetitivos e doenças ocupacionais. Além dos exercícios físicos, consiste em alongamentos, relaxamento muscular e flexibilidade das articulações. Apesar da prática da ginástica laboral ser coletiva, ela é moldada de acordo com a função exercida por cada trabalhador. Nascida em 1925, entre os operários poloneses, a ginástica laboral foi passada à Holanda, Rússia, Bulgária e Alemanha Oriental. Mais tarde, chegou ao Japão. Após a Segunda Guerra Mundial, o programa espalhou-se e evoluiu pelo mundo. Apesar de não conhecida por esta denominação, foi a ginástica laboral que deu à ginástica um elo com a Medicina, o que lhe rendeustatus na sociedade enquanto âmbito a ser estudado e aprimorado.

 

Ginástica localizada e de academia

A ginástica localizada é dita uma das formas mais tradicionais e populares de prática do exercício físico, dentre as demais modalidades não esportivas e consiste em exercícios priorizando séries para cada segmento muscular ou pelos segmentos articulares. Com duração de aproximados sessenta minutos, as práticas da ginástica localizada levam ao condicionamento físico, emagrecimento e fortalecimento muscular. Sua prática lembra a ginástica aeróbica.
A ginástica de academia, subdivide-se em categorias menores - como step,aeroboxe, body pump, tae fight e circuito -, consiste em um apanhado organizado de movimentos ginásticos, a fim de moldar o corpo e dar aos praticantes hábitos mais saudáveis. É através da repetição que a ginástica utilizada nas academias atinge resultados satisfatórios. Seus exercícios são trabalhados separadamente e para cada parte do corpo é realizada uma sequência de movimentação diferente, seja com pesos ou não, individual ou em grupo. Bem como a localizada, sua prática lembra a ginástica aeróbica, como assim também costuma ser chamada.

 

Ginástica natural, corretiva, de compensação e de conservação

A ginástica natural possui os conceitos e fundamentos de métodos de séculos passados, fundamentada nos movimentos naturais do homem primitivo e nas atividades em contato com a natureza. No entanto, seus exercícios, para serem praticados ao ar livre e nas aulas para ambientes fechados, foram desenvolvidos e adaptados de uma forma única e com influências dos esportes praticados por Alvaro Romano, seu criador. Com uma movimentação constante e várias combinações de movimentos, a ginástica natural tem como base a movimentação no solo do jiu-jitsu, os exercícios de força com o peso do próprio corpo, técnicas de alongamento e flexibilidade de forma dinâmica, acrescidos de técnicas de respiração. É um trabalho completo que desenvolve qualidades físicas como força, flexibilidade, coordenação e técnicas de respiração, que proporcionam ao praticante uma grande evolução no seu controle motor e mental. A ginástica corretiva, por sua vez, é uma modalidade de prática individual, de uso da medicina, que visa a correção da coluna vertebral, bem como o tratamento de anomalias musculares e deformações congênitas. Entre alguns desvios posturais que a corretiva é capaz de amenizar estão a escoliose e a hiperlordose. As de compensação e de conservação possuem o mesmo caráter individual da corretiva, e visam a melhora postural do indivíduo antes da fase de correção.

 

Hidroginástica

A história desta modalidade não competitiva remonta ao fim da Grécia Antiga e ao Império Romano. A chamada ginástica higiênica deu origem as práticas dos exercícios ginásticos dentro das termas e piscinas públicas, nas quais as pessoas se reuniam para uma espécie de hidroterapia. No Oriente, em relatos chineses e japoneses, esta prática também era comum em forma de massagens e movimentos corporais. Por isso, a ginástica e a hidroterapia são consideradas as precursoras da hidroginástica, que, aplicadas juntas, lhe deram a forma vista nos anos de 1950, quando esta modalidade gímnica passou a ser sistematizada para academias e grupos de praticantes.

A hidroginástica tem por finalidade melhorar a capacidade aeróbica e cardiorrespiratória, a resistência e a força muscular, a flexibilidade e o bem-estar de seus praticantes. Possui a vantagem de poder ser praticada por pessoas de qualquer sexo e idade. A hidroginástica é uma opção alternativa para o programa de prática mais comum de exercícios, como a ginástica de academia. Sua eficácia vai de atletas em treinamento, gestantes, pessoas em fase de reabilitação, até as que estão acima ou abaixo do peso ou com algum tipo de deficiência. Os exercícios aquáticos são divertidos, agradáveis, eficazes, estimulantes, cômodos e seguros. A hidroginástica permite a redução no esforço articular.