sábado, 29 de setembro de 2018

Regras do Voleibol Sentado 6º ao 9º anos




Regras do Voleibol Sentado
Apesar de guardar muitas semelhanças em relação ao vôlei tradicional, esta modalidade possui várias especificidades. Confira quais são as principais regras do voleibol sentado:
  • Podem competir na modalidade: amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral ou com outros tipos de deficiência locomotora;
  • As partidas são disputadas por duas equipes, cada uma delas com seis jogadores em campo. Estes são divididos em jogadores de ataque, defesa e o líbero;
  • Cada uma delas tem, ainda, seis jogadores reservas;
  • Entre os 12 jogadores de cada time, somente dois podem ter “inabilidade mínima”, sendo que somente um pode estar em campo;
  • Vence o jogo quem vencer o maior número de sets;
  • Não é permitido bater na bola sem estar sentado;
  • Cada equipe pode tocar na bola somente três vezes antes de passá-la para o campo adversário;
  • A partida é disputada em cinco sets. Vence a partida quem fizer três sets primeiro;
  • Em caso de empates dos sets (2×2), o último set será decisivo. Ele é chamado de tie-break;
  • Os sets possuem 25 pontos corridos e o tie-break 15 pontos;
  • Assim como no voleibol convencional, para vencer o set, é necessário, além dos 25 pontos, marcar dois pontos de diferença;
  • A equipe de arbitragem é composta por:
  • Dois árbitros que são responsáveis por fiscalizar todas as jogadas;
  • Dois auxiliares, que ficam nas extremidades da quadra para averiguar as linhas;
  • Dois marcadores cuja responsabilidade é assinar os pontos da partida.
Quadra do Voleibol Sentado
A quadra para a prática da modalidade mede 10 metros de comprimento, por seis metros de largura. As linhas de ataque estão posicionadas a dois metros do centro do campo.

Assim como no vôlei tradicional, dividindo a quadra, há uma rede. Esta, por sua vez, é posicionada em alturas diferentes, dependendo se a competição é masculina ou feminina. Para homens, a altura é de 1,15 metros, enquanto para mulheres, a rede fica a 1,05 metros do chão.
https://escolaeducacao.com.br/voleibol-sentado/

domingo, 16 de setembro de 2018

6º /7º / 8º E 9º ANOS - ESPORTE ADAPTADO CONTEÚDO 3º PARTE



17 esportes praticados por pessoas com deficiência

O exercício físico e a prática regular de esportes têm o poder de dar mais força à pessoa com deficiência, melhorando a circulação sanguínea e o fôlego. Além do mais, exercitar-se faz com que o cérebro libere endorfina, o que resulta em sensações de prazer e alegria.
Além disso, praticar esportes é de grande auxílio para a reabilitação da pessoa com deficiência, mas há a necessidade de uma certa adaptação às regras e ao modo como se pratica as modalidades.
Entretanto, isso não é problema algum, pois hoje já existem muitos esportes adaptados que têm cumprido sua função de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência.
Diante de tantos benefícios, ninguém vai querer ficar de fora dessa, não é mesmo? Continue lendo o post e encontre o tipo certo de esporte que se encaixa nas suas necessidades!
Esportes coletivos
A prática de esportes coletivos é de grande ajuda para a inclusão e a socialização de uma pessoa com deficiência.
Além desses esportes proporcionarem todos as vantagens físicas que lhes são inerentes, há, ainda, o contato com outras pessoas, que traz enormes benefícios emocionais.
Entres esses esportes, temos o basquete como campeão no número de praticantes. Além dele, há também o futebol, o rugby e o futebol americano.
Conheça adiante um pouco mais sobre os principais tipos de esportes coletivos.
1. Basquete
É um esporte que, à primeira vista, não poderia ser adaptado para a prática por pessoas com deficiência. Porém, ele tem ganhado cada vez mais espaço.
Quando nos referimos às pessoas com dificuldade para locomoção, o basquete, em nível de competições oficiais, deve ser praticado com cadeiras de rodas adaptadas e padronizadas à prática do esporte, seguindo uma certa linha.
Os atletas são classificados de acordo com o nível de comprometimento motor que obedece uma escala previamente determinada.
Além de ser um dos esportes mais praticados no mundo, o basquete apresenta vantagens, como dinamismo, estímulo das funções cognitivas, aumento do senso de estratégia, desenvolvimento da capacidade motora, criação de vínculos afetivos e sociais etc.
2. Bocha adaptada
A bocha adaptada é praticada por pessoas com deficiência e faz parte dos Jogos Paralímpicos desde 1984. Trata-se de um esporte que requer bastante concentração e precisão.
Ele é indicado para pessoas com paralisia cerebral e outros problemas neurológicos. A disputa consiste em lançar bolas —  que podem ser vermelhas ou azuis —, de modo que elas cheguem o mais próximo possível da bola branca (jack).
O atleta pode disputar sozinho, em dupla ou em equipes maiores. Eles podem utilizar as mãos, os pés e, até mesmo, a cabeça como auxiliares. Se o participante tiver maior comprometimento dos membros, pode contar com o apoio de um assistente. Na classificação funcional, eles são divididos em quatro classes, conforme o grau da deficiência e da necessidade de auxílio ou não.
3. Tênis de mesa
Esse é mais um esporte que recebeu adaptações para as pessoas com deficiência e é um dos mais tradicionais. Inclusive, esteve presente na primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em 1960.
As regras são as mesmas do tênis de mesa convencional. A única exceção é o saque, que é diferente para os usuários de cadeiras de rodas. Nesse caso, o sacador precisa fazer com que a bola ultrapasse a linha de fundo da mesa sem deixá-la sair pelas laterais.
Além disso, para o tênis em cadeira de rodas, a bolinha pode pular duas vezes na mesa.
Os atletas andantes que não têm condição de usar o braço livre — por causa de amputação ou outra deficiência —, podem utilizar a mão que segura a raquete para fazer o saque.
A grande vantagem desse esporte é que ele abrange quase todos os grupos, com exceção apenas para as pessoas com deficiências visuais.
Além disso, os participantes podem competir sozinhos em duplas ou em times maiores.
4. Voleibol sentado
Dinâmico e divertido, o voleibol sentado é uma ótima alternativa. Ele estimula o espírito de equipe e pode ser praticado por homens e mulheres com deficiência física.
No voleibol sentado, a quadra é menor. Ela tem 10m x 6m, e a rede apresenta uma altura de 1, 15m e 1, 05m para homens e mulheres, respectivamente.
Dentro da quadra, ficam dispostos 6 atletas em cada time. Vale destacar que os atletas precisam manter a pélvis encostada no chão.
5. Futebol de 5
O futebol de 5 é uma modalidade esportiva voltada para atletas cegos. Ela é disputada em uma quadra semelhante à de futsal, com apenas algumas alterações.
Os participantes usam vendas nos olhos já que alguns apresentam percepção luminosa e podem levar vantagem por causa disso. O diferencial nesse time é o goleiro, que enxerga normalmente. Além disso, a bola possui um barulho para orientar os jogadores.
A partida tem dois tempos de 25 minutos cada e um intervalo de 10 minutos. A modalidade começou a fazer parte dos Jogos Paralímpicos em 2004 e o Brasil até então vem conquistando todos os pódios.
6. Goalball
Trata-se de uma modalidade esportiva feita exclusivamente para pessoas com deficiência visual. Presente nos Jogos Paralímpicos desde 1976, o goalball se baseia nas percepções táteis e auditivas dos atletas, exigindo também bastante orientação espacial.
Nessa competição, a bola é lançada e, rolando no piso da quadra, os jogadores tentam fazer o gol. Enquanto uma equipe ataca, a outra tenta impedir o gol, deitando-se no chão para realizar a defesa.
São três jogadores em cada equipe e vence o jogo aquela que fizer o maior número de gols. Como você pode notar, é um esporte bastante dinâmico e interessante, tanto para quem está jogando como para quem está torcendo.
Esportes individuais
7. Natação
A natação é um dos esportes que mais trabalha todas as funções do corpo e também acabou se tornando um dos mais completos. Esse é um dos poucos esportes que têm a capacidade de dar leveza ao corpo, proporcionando extrema sensação de prazer ao flutuar na água.
A natação também acalma a pessoa, de modo que as partes do seu corpo que são diariamente sobrecarregadas, finalmente conseguem atingir um estágio de leveza e relaxamento.
Independentemente do tipo de deficiência, esse é um esporte que, com o auxílio de um profissional capacitado, se tornará uma tarefa prazerosa e ajudará na mobilidade dos membros.
Pode ser praticado por pessoas com deficiência visual ou física. As competições variam de 50 a 400 metros, nas modalidades peito, livre, borboleta e costas, e também com provas de revezamento, como medley e livre. Conforme a lesão, é dada a categoria a ser desenvolvida pelo atleta.
8. Remo Adaptável
O esporte de remo exige muita disciplina, potência, resistência e técnica apurada, sendo uma ótima opção para o desenvolvimento e recuperação da pessoa com deficiência, principalmente para quem tem dificuldade na mobilidade.
Para que seja praticado, a adaptação vai no equipamento. Dessa forma, as regras do remo são aplicadas igualmente para a modalidade adaptável.
Esse esporte já existe de forma adaptável no Brasil, desde 1980 e, em 2008, foi parar nos Jogos Paralímpicos, em Pequim.
9. Arco e flecha
O esporte conhecido como arco e flecha é um dos tipos mais democráticos quando nos referimos aos esportes para pessoas com deficiência. Ele pode ser praticado em pé ou sentado na cadeira de rodas.
Atualmente, há muitas competições que simulam a modalidade olímpica do esporte, de modo que deve haver um treinamento constante para se atingir um bom nível e uma boa mira.
10. Musculação
Chegamos ao esporte que é considerado essencial para pessoas que têm algum tipo de deficiência que afete os membros, pois, como já foi dito, uma parte do corpo tende a ficar sobrecarregada em detrimento de outra.
E é a musculação que tem a maior capacidade de fortalecimento dos músculos, uma vez que há um grande trabalho de vários grupos musculares isoladamente. Dessa maneira, a prática regular da musculação contribui para a resistência e a força do corpo.
A partir do momento em que há um fortalecimento dos músculos dos membros mais usados, haverá, também, a diminuição nas dores sentidas no dia a dia.
Mas é sempre bom lembrar que esse, como qualquer outro exercício físico, deve ser praticado sob a orientação de profissionais especializados no assunto, pois os exercícios se iniciarão de forma leve, aumentando gradativamente a intensidade.
11. Ciclismo
Para as pessoas cuja deficiência atinge os membros superiores ou inferiores, já existem bicicletas com uma adaptação que permite a prática do esporte.
Há também aquelas bicicletas que têm espaço para duas pessoas, em que um ciclista pode auxiliar o outro a guiá-la.
Nas competições de ciclismo, os atletas são divididos em três classes de acordo com a deficiência que eles têm.
12. Artes marciais
Não! Você não leu errado. A prática de artes marciais como judô, karatê, jiu-jitsu, muay thai e kung fu é uma excelente opção para quem se sente entediado com a musculação, mas quer trabalhar os músculos do corpo.
Além disso, elas proporcionam força e equilíbrio a quem as pratica, de modo que são extremamente importantes no processo de recuperação da autoconfiança.
As artes marciais são exercícios que podem ser facilmente adaptados e tudo o que se necessita para praticá-las é vontade e determinação. Isso resultará numa melhora global do desenvolvimento corporal e trará os benefícios do fortalecimento dos músculos do corpo.
13. Atletismo
No atletismo, há uma classificação que é feita em função da capacidade do esportista em realizar movimentos, além da potencialidade dos músculos que não sofreram lesão e das sequelas do tipo de deficiência.
Sendo assim, existem modalidades para pessoas com deficiência física, mental e visual – esta o atleta é acompanhado de um guia -, cada uma com suas particularidades.
As provas podem ser de arremesso, salto, lançamento e pista.
14. Esgrima
Nessa prática esportiva, as cadeiras de rodas ficam fixadas ao solo — para dar estabilidade — e uma armação especial garante que os atletas se posicionem a uma determinada distância e ângulo.
Na parte superior do corpo, o esgrimista tem liberdade de movimentos para marcar os pontos necessários para a vitória. As provas podem ser individuais e por equipe, e as armas utilizadas são o sabre, a espada e o florete.
O esgrima sobre cadeira de rodas é um esporte muito vibrante, ideal para pessoas que gostam de competições acirradas.
15. Tiro paralímpico
O tiro esportivo paralímpico é um esporte para homens e mulheres com deficiências físicas — amputação, lesões na medula, pessoas com paralisia cerebral, dentre outras.
Trata-se de um esporte de precisão e muito controle. Os participantes utilizam rifles ou pistolas para disparar em um alvo estático a uma distância que pode variar entre 10, 25 e 30 metros. Os atletas competem em duas classes: em pé e em cadeira de rodas.
16. Hipismo paralímpico
Esse esporte é um dos mais indicados para a reabilitação física e também social das pessoas com deficiência física ou visual. As partidas são organizadas de acordo com a habilidade funcional dos atletas.
Diferentemente do hipismo olímpico, o paralímpico consiste apenas no adestramento — não há provas de salto. Além disso, a areia deve ser mais compacta para oferecer maior segurança para os competidores.
Vale destacar que o local deve ter sinalização sonora para orientar os atletas com deficiência visual.
17. Halterofilismo Paralímpico
Essa modalidade é aberta para homens e mulheres com deficiências físicas, como: amputações, nanismo, acidente vascular cerebral, lesões cerebrais, perda de membro, paralisia cerebral, dentre outros.
É um esporte que exige muita força dos competidores já que, deitados, eles devem trazer a barra com pesos ao peito. Em seguida, devem mantê-la estável e reerguê-la estendendo completamente os braços antes de colocá-la na posição original. Vence o atleta que levantar o maior peso.
Um detalhe interessante é que o halterofilismo faz parte dos Jogos Paralímpicos desde 1964, mas apenas no ano 2000 as mulheres competiram pela primeira vez.
Como vimos, opções para aderir à prática de esportes é o que não falta. Cada modalidade tem as suas particularidades e cada pessoa tem suas possibilidades, mas é unanimidade a ideia de que competir melhora a autoestima de qualquer um.
Mas lembre-se de sempre buscar a ajuda de um profissional especializado nesse tipo de atividade, tanto da área da saúde, como do esporte. É essa pessoa que saberá quais são as suas dificuldades e como está ocorrendo a evolução, de modo que se possa aumentar, ou não, o nível exigido.
O importante é nunca parar de se exercitar e não se deixar entregar à vontade de ficar apenas em casa. Praticar esportes para pessoas com deficiência é muito mais importante do que se imagina para a recuperação, não só física, como mental.
E isso, junto a uma alimentação saudável, baseada em frutas, legumes, verduras e muita água, ajudará a manter a saúde em dia.
Claro que, para conseguir praticar qualquer modalidade esportiva é importante ter alguns cuidados com o corpo. Principalmente no caso das pessoas com deficiência, o desgaste causado pelo esforço nessas atividades deve ser acompanhado e, se possível, suavizado.
Cuidar do corpo antes e após atividades físicas garante, além do bem-estar do atleta, a continuidade nessa prática. O hábito esportivo pode ser muito benéfico se feito da maneira correta, por isso os pequenos cuidados na prevenção de lesões e práticas saudáveis não devem ser negligenciadas nesse processo.
Para ajudar nesses cuidados, existem alguns acessórios que podem ser úteis para prevenir lesões nas atividades não esportivas do dia-a-dia, como é o caso das almofadas ergonômicas. Por mais simples que esse acessório pareça, para a pessoa com deficiência, sua utilização pode ser um grande diferencial e ajudar a manter o corpo em dia para a prática do esporte.
http://blog.freedom.ind.br/6-esportes-praticados-por-pessoas-com-deficiencia/

6º /7º / 8º E 9º ANOS - ESPORTE ADAPTADO CONTEÚDO 2º PARTE



Esportes Adaptados Para Deficientes
Quando falamos de esportes adaptados para deficientes devemos lembrar da importância do esporte como ferramenta de inclusão social na vida dessas pessoas. As atividades são capazes de garantir uma série de vantagens tanto físicas como também mentais para os portadoras de necessidades especiais.Na verdade muitas dessas pessoas se sentem excluídas da sociedade por não conseguirem realizar uma série de atividades que uma pessoa sem deficiência pode fazer. E as atividades físicas e esportivas representam uma maneira de fazer com que todos possam se exercitar e ter uma vida normal sem barreiras.
E para deixar de lado o sedentarismo, atividades físicas praticadas com o objetivo de lazer ou modalidade esportiva têm evidenciado uma verdadeira terapia promovendo vantagens que vão desde de os benefícios físicos e mentais, inclusão social, prevenção de doenças até mesmo o teste dos seus limites e potencialidades.
Esportes Adaptados Para Deficientes Mais Praticados Destacamos algumas modalidades:
Judô
A atividade segue as mesmas regras da Federação Internacional de Judô, mas com algumas alterações por ser praticado por portadores de deficiência visuais, sendo assim a punição por pisar fora do tatame não existe.
Natação
Esta modalidade é voltada para amputados, portadores de paralisia cerebral, deficiências visuais, paraplégicos e outros. As competições são divididas conforme as deficiências dos atletas que são três: visuais, deficientes físicos e deficientes cerebrais.
Tiro
O exercício é voltado para amputados, portadores de paralisia cerebral e cadeirantes. Nesta modalidade os atletas atiram de posições diferentes das determinadas pelas normas internacionais. Os atiradores podem praticar os seus disparos sentados ou em pé.
Bocha
A bocha é um jogo de muita precisão e estratégia, e por isso só pode ser praticado por deficientes cerebrais, ou portadores de outras deficiências desde que inseridas em classes específicas com o mesmo grau de deficiência.
Com isso, os jogadores podem receber orientações de seus treinadores, sendo esta feita de maneira acústica.
Vela
A modalidade é voltada para amputados, cadeirantes, portadores de deficiência visual, paralisia cerebral e outros. 
Destacamos apenas cinco, porém, exitem ainda várias outras modalidades bastante conhecidas como atletismo, arco e flecha, futebol, voleibol, basquetebol sobre rodas, ciclismo, tênis de mesa, tênis de campo, halterofilismo entre outros.Vale lembrar sempre que para que a prática dos esportes adaptados para deficientes ocorra com maior segurança possível é necessário contar uma equipe de profissionais habilitados e capacitados na área, com conhecimento da atividade esportiva bem como da deficiência do atleta.É necessário também espaço físico adequado e adaptado para a prática esportiva e os treinos específicos de cada modalidade.
https://saudesporte.com.br/esportes-adaptados-para-deficientes/



6º /7º / 8º E 9º ANOS - ESPORTE ADAPTADO CONTEÚDO 1º PARTE



Esporte Adaptado – História e importância

O esporte adaptado para deficientes surgiu no começo do século XX, com atividades esportivas para jovens com deficiências auditivas. Mais tarde, em 1920, iniciaram-se atividades como natação e atletismo para deficientes visuais. Para portadores de deficiências físicas, o esporte adaptado só começou a ser utilizado após a Segunda Guerra Mundial, para reabilitação e inserção social dos soldados que voltavam para casa mutilados. Inicialmente, a intenção era oferecer uma alternativa de tratamento aos indivíduos que sofreram traumas medulares durante o conflito. Entretanto, em 1944, por meio de um convite do Governo Britânico, o neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, que escapara da perseguição aos judeus na Alemanha nazista, inaugurou um centro de traumas medulares dentro do Hospital de Stoke Mandeville. É neste ponto da história que o desenvolvimento e fomento do esporte paraolímpico ganharia força.
Em 1948, Guttmann decidiu organizar competições esportivas envolvendo veteranos da Segunda Guerra Mundial com ferimentos na medula espinhal em Stoke Mandeville, England. Eram os primeiros jogos para atletas com deficiência fisíca. No mesmo ano, no dia da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, os jogos de Mandeville Stoke foram lançados e a primeira competição para atletas em cadeira de rodas foi organizada. Participaram 16 atletas veteranos de guerra, 14 homens e duas mulheres. Quatro anos depois, atletas dos Países Baixos juntaram-se aos jogos; e assim o evento internacional, hoje conhecido como Paraolimpíada, nasceu.
Os jogos olímpicos especiais para atletas com deficiência foram organizados pela primeira vez em Roma em 1960, imediatamente após os Jogos Olímpicos. Eles são considerados os primeiros jogos Paraolímpicos. Cerca de 400 atletas vindos de 23 países competiram em 8 esportes, 6 deles ainda inclusos no programa de competição Paraolímpica (tênis de mesa, arco e flecha, basketball, natação, esgrima e atletismo). Desde então, os Jogos Paraolímpicos são organizados a cada quatro anos, sempre no mesmo ano dos Jogos Olímpicos. Fruto do crescimento do esporte adaptado, em 1964, foi criada a Organização Internacional de Esportes para Deficientes(ISOD).
Outros grupos com deficiência foram incluídos em Toronto, em 1976. No mesmo ano, os primeiros Jogos Paraolímpicos de Inverno aconteceram na Suécia. Em 1988, os Jogos Paraolímpicos de Verão em Seul marcaram uma mudança significativa, que permanece até hoje: os jogos Olímpicos e Paraolímpicos foram realizados no mesmo local.
Desde 1960, foram organizados 11 Jogos Paraolímpicos de Verão e 7 Jogos Paraolímpicos de Inverno. A 11ª Paraolimpíada de Verão foi realizada com sucesso em Sydney, Austrália, e a 8ª Paraolimpíada de Inverno foi realizada em março de 2002, na cidade de Lago Salt, EUA.
Os jogos Paraolímpicos evoluíram e hoje, depois apenas dos Jogos Olímpicos, são o principal evento esportivo mundial.
O Esporte Adaptado no Brasil surgiu em 1958. Atualmente é administrado por 6 grandes instituições: A ABDC (Associação Brasileira de Desporto para Cegos), a ANDE (Associação Nacional de Desporto para Excepcionais), a ABRADECAR (Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas), a ABDA (Associação Brasileira de Desportos para Amputados), a ABDEM (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais) e a CBDS(Confederação Brasileira de Desportos para Surdos).
O papel do esporte na vida das pessoas com deficiência
O esporte é um veículo para a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. Nos aspectos físicos e motores, o esporte melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora e o equilíbrio. No aspecto social , o esporte proporciona a oportunidade de sociabilização com pessoas portadoras e não portadoras de deficiências, torna o indivíduo mais independente para a realização de suas atividades diárias e faz com que a sociedade conheça melhor as
potencialidades dessas pessoas especiais. No aspecto psicológico, o esporte melhora a auto-confiança e a auto-estima das pessoas portadoras de deficiência, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.


http://www.paue.com.br/esporte-adaptado-historia-e-importancia/

9º ANO -3º TRIMESTRE - CONTEÚDO 1º PARTE - SUPLEMENTO ALIMENTAR




Suplementos na Atividade Física: Quando Usar?
Usar ou não suplementos esportivos é uma dúvida frequente de praticantes de várias modalidades esportivas. A suplementação, se feita de forma indiscriminada, pode fazer com que a quantidade diária de nutrientes seja superior à necessária, podendo prejudicar órgãos como fígado e rim. Por isso sempre passar com um nutricionista e ser orientado adequadamente o que deve ser ingerido para sua dieta ou treinamento. 

De forma geral, a necessidade de nutrientes de atletas só difere em quantidade da recomendação para sedentários. Muitas pessoas, utilizam suplementos para substituir refeições, conduta esta que deve ser abolida. A suplementação é indicada quando a ingestão de alimentos não conseguir alcançar as necessidades, ou mesmo se estas forem muito aumentadas, o que vai depender da frequência dos treinos e da atividade em questão.  Em algumas situações, o suplemento pode ser associado a um refeição para garantir o aumento de um nutriente específicos, para tornar a dieta mais viável dentro da rotina diária de cada atleta e/ou para melhor a absorção de determinado nutriente.

Nas lojas virtuais, prateleiras de farmácias e de lojas especializadas, não faltam opções de suplementos e marcas, cada um deles com uma função específica. Os classificados como ergogênicos podem promover aumento do desempenho físico e os repositores, como o próprio nome já diz, repõe os nutrientes perdidos durante a prática esportiva.
A polêmica creatina, aminoácido encontrado tanto nos alimentos como sintetizado organicamente, faz parte do grupo dos ergogênicos. Na célula muscular, a creatina em sua forma fosforilada, creatina-fosfato, constitui uma reserva de energia para a rápida regeneração do trifosfato de adenosina (ATP), em exercícios de alta intensidade e curta duração, como por exemplo, durante um sprint de 100m rasos ou em uma sequência de levantamento de peso em um treino de halterofilismo.

Para orientar o consumidor e garantir maior controle o Ministério da Saúde divide os suplementos em grupos. A seguir, uma síntese da função de cada um destes grupos e suas funções:

Energéticos: podem ser usados antes, durante ou após treinos e provas, dependendo das características do indivíduo e do esporte. Fornecem basicamente energia, vinda sobretudo de carboidratos, e são encontrados em pó ou gel.  São exemplos: maltodextrina, dextrose.
Protéicos: indicados para completar a ingestão protéica da dieta. O horário de consumo depende de uma série de fatores, mas muitas vezes são indicados para após o treino. Podem ser encontrados em pó, gel ou barra.  Fazem parte do grupo a Whey Protein, a Albumina, a Caseína e o Isolado Protéico de soja.
Compensadores: contém carboidratos, proteínas e lipídios, além de vitaminas e minerais. Encontrados em pó ou líquido. Indicados para desnutridos ou para atletas com necessidades aumentadas devido ao estado fisiológico, limitações na dieta ou tipo de exercício.
Repositores: São bebidas esportivas com o objetivo de repor água, eletrólitos e carboidratos de forma mais rápida, evitando a desidratação de uma atividade intensa/longa. Indicado para corredores, ciclistas.
Aminoácidos: fazem parte deste grupo os aminoácidos, indicados para aumento da massa muscular. Como exemplo temos os BCAAs, nome dado aos aminoácidos da cadeia ramificada, Leucina, Isoleucina e Valina. Os BCAAS, são indicados para recuperação muscular e para exercícios de longa duração.

No rol de produtos destinados ao atleta, temos ainda os compostos termogênicos. Estes contêm uma ou mais substâncias que aceleram o metabolismo como a cafeína ou o guaraná em pó. Podem contribuir para acelerar a queima de gordura.  Completam a lista de suplementos, os precursores de hormônios e os compostos de vitaminas, minerais e antioxidantes.

A suplementação deve sempre ser acompanhada por um profissional e associada a uma dieta já planejada para a modalidade esportiva em questão.A Nutrício possui programas nutricionais específicos para quem pratica atividades esportivas. Trabalhamos também com o planejamento de refeições e criação de cardápios familiares (serviço de Personal Health disponível para todo o Brasil). Encontre o nutricionista mais próximo de você pesquisando em nossa Rede Credenciada de Nutricionistas.

Por: Mariana Braga Neves - Nutricionista do esporte
http://www.nutricio.com.br/suplementos-atividade-fisica.htm

8º ANO - 3º TRIMESTRE - CONTEÚDO 1º PARTE - NUTRIÇÃO E TREINAMENTO FUNCIONAL




Nutrição Esportiva Funcional
A Nutrição Esportiva consiste na área da nutrição que prioriza a individualidade especifica de cada organismo e como a atividade física exercida, tempo de atividade e intensidade da mesma relaciona-se com a alimentação. Tem como principais objetivos promover a saúde do indivíduo, melhorar seu desempenho e sua recuperação pós exercício.
A nutrição funcional consiste em uma ciência que se baseia no rastreamento metabólico de cada indivíduo, ou seja, avaliar como sinais, sintomas, exames bioquímicos e fatores externos age no organismo e assim, formular uma dieta visando melhorar os mesmos.
A nutrição apropriada constitui o alicerce para o desempenho físico: o alimento proporciona também os elementos essenciais para a síntese de novos tecidos (músculos, ossos e gordura) e auxilia na recuperação de lesões ou traumas eventualmente provocados pelo mesmo. As necessidades nutricionais, porém, são diferentes de um indivíduo para o outro em função de alguns fatores como idade, sexo, peso, altura, patologias e o tipo de atividade física realizada.
Nos dias de hoje, a maioria das pessoas apresenta um alto nível de estresse, não se alimenta corretamente e quando o faz procura alimentos de baixo valor nutricional. Por isso, muitas vezes há a necessidade de uma suplementação para COMPLEMENTAR a alimentação rotineira diária. Cabe ao nutricionista montar uma dieta adequada para determinado indivíduo e de acordo com a sua necessidade prescrever uma suplementação quando necessário.




Mas afinal o que é treinamento funcional?
Segundo D’Elia, treinamento funcional é puxar, empurrar, estabilizar, levantar, agachar, arremessar, correr ou saltar para fazer do corpo uma ferramenta que produza movimentos mais eficientes, melhorando a performance e prevenindo lesões, em um processo de aprendizado, desafio e evolução constante.
O que determina a dinâmica de tudo que é feito são os objetivos, necessidades reais e o potencial de movimento de cada atleta ou aluno. O desafio do profissional é pensar de forma sistêmica, na medida em que o caminho natural dos exercícios é trabalhar o corpo globalmente.
O treinamento funcional quando corretamente aplicado fornece uma variedade de estímulos e benefícios adicionais, que as outras modalidades não conseguem atingir. Pois a maioria dos movimentos do cotidiano ou de gestos esportivos envolvem ações multiarticulares e multiplanares, exigindo padrões dinâmicos que necessitam transferência de forças entre as extremidades superiores e inferiores do corpo.
Então podemos dizer que treinamento funcional no geral serve para treinar o corpo nas funções para o qual ele é originalmente desenhado. Para a reabilitação, serve para condicionar o paciente para retornar as suas atividades da vida diárias. Para o atleta, é uma estratégia de treino com foco no estímulo constante de padrões de movimento para o aprimoramento de sua performance. E para a pessoa dita “comum” envolve treinar o corpo para as atividades do seu dia a dia.
Sua implantação como atividade física talvez esteja segundo professores e alunos na sua dinâmica e consequentemente a motivação.

O que é o Treinamento Funcional?
 Temos que ter em mente que exercício funcional se refere a reprodução sistemática de movimentos que possuem alguma função para determinada modalidade esportiva ou tarefa diária do ser humano. Portanto, todo exercício deveria ser funcional. A capacidade funcional é a habilidade para realizar as atividades simples do cotidiano com eficiência, autonomia e independência. Assim, o treinamento funcional entra como uma ferramenta para alcançar esses objetivos.
Uma das grandes vantagens é que pode ser feito em vários lugares, até mesmo em casa.
Neste treino as máquinas são deixadas de lado, deixando de trabalhar os músculos de forma isolada e com movimentos mecânicos, exigindo que todas as partes do corpo trabalhem conjuntamente.
Podemos utilizar circuito num treino de funcional, dependendo do objetivo da aula, conciliando exercícios cardiorrespiratórios, de força, equilíbrio, tornando-o mais dinâmico e motivante; podendo ser realizado individualmente ou em grupo, desde que este grupo possua características próximas.

Principais Pontos Sobre o Treinamento Funcional: Benefícios

– desenvolvimento da performance ocupacional;
– melhora da performance desportiva;
– aprimoramento das atividades cotidianas diárias;
– tonificação muscular;
– melhora da flexibilidade, coordenação motora, agilidade, equilíbrio;
– melhora da postura;
– condicionamento cardiorrespiratório;
– emagrecimento;
– treina a propriocepção, aumentando a consciência corporal;
– aula dinâmica, o que motiva sua pratica;
– previne de lesões;
http://blogeducacaofisica.com.br/treinamento-funcional-modalidade/