quarta-feira, 14 de março de 2018

7º ANO - REGRAS DO BASQUETEBOL




Regras do BASQUETEBOL

O basquetebol tem como objetivo inserir a bola no cesto correspondente à sua equipe. Portanto, há dois cestos em cada extremidade de quadra a 3,05 metros do chão. O local onde está o cesto é chamado de tabela.

Ganha a equipe que fizer o maior número de pontos. Note que os pontos variam segundo o local de arremesso. Ou seja, para lance livre é somado um ponto, do contrário, dois pontos são somados ao placar.
Há ainda, os pontos feitos quando os jogadores estão próximos da linha de três. Como o próprio nome indica, nesse caso, três pontos são contados.
O jogo está dividido em 4 tempos, sendo 10 minutos para cada. Ele está baseado em batidas, passes de bola e posições de defesa e ataque.
Os passes de bola podem ser: passe com a mão, passe de peito, passe picado (ou quicado), passe de ombro e passe por cima da cabeça.
Já os arremessos mais utilizados são a bandeja e o jump. As chamadas "enterradas" ocorrem mediante um salto e a colocação da bola no cesto.
Note que os jogadores não podem dar mais de três passos com a bola na mão. Antes disso, ele deve passar para o colega do time.
Faltas
Num jogo de basquete um jogador não pode receber mais que 5 faltas. Se isso acontecer, ele está fora do jogo. As faltam podem ser cometidas quando o jogador dá mais de dois passos sem quicar a bola.
Além disso, o jogador não pode permanecer mais que 5 segundos com a bola nas mãos. Isso faz com que o basquete seja um jogo bem dinâmico.
Já na área denominada “garrafão”, os jogadores não podem permanecer mais de 3 segundos.
Por fim, e como é óbvio, agressões entre jogadores são consideradas faltas e ainda, se encostar nos braços ou mãos do adversário que está com a bola.
Jogadores
O basquetebol é disputado entre duas equipes de 5 jogadores cada. São classificados em armadores (base), extremos e postes (pivôs).
Isso dependerá de sua posição e objetivos no desenvolvimento do jogo. Os armadores estão localizados no centro da quadra e, portanto, são a "cabeça" do time.
Os extremos, como o nome indica, são aqueles que ficam próximos das linhas laterais. Já os pivôs, são responsáveis por maior parte dos arremessos de bola ao cesto.
Geralmente, os postes são jogadores maiores e mais ágeis da equipe. São eles também que fazem o rebote das bolas, ou seja, recuperam a bola após o arremesso.
Quadra
O basquetebol pode ser jogado numa quadra fechada, ou mesmo, ao ar livre. As dimensões são de 28 metros de comprimento por 15 metros de largura. No mínimo ela apresenta um comprimento de 26 metros por 14 metros de largura.


sábado, 10 de março de 2018

8º ANO - 2º TRABALHO VOLEIBOL

BOA TARDE!!!!!

TRABALHO EM GRUPO COMO FOI COMBINADO

ENTREGAR DIA : 06/04 SEXTA-FEIRA

CONTEÚDO DE TRABALHO

- CAPA COM TEMA E INTEGRANTES;
- APRESENTAÇÃO EM SLIDES
- DESENHOS : 
METRAGEM DA QUADRA E DA REDE OFICIAL;
ZONA DE ATAQUE E DEFESA;
ÁREA DE SUBSTITUIÇÃO;
POSIÇÕES DOS JOGADORES EM QUADRA;
RODÍZIO COM SETA INDICANDO O SENTIDO;
TAMANHO E PESO DA BOLA

CONCLUSÃO 
FONTES UTILIZADAS

ENVIAR PARA O MEU E-MAIL , APÓS APRESENTAÇÃO OS TRABALHOS PARA RECEBEREM A NOTA.


CADA INTEGRANTE DO GRUPO DEVERÁ EXPLICAR UM SLIDE DE INFORMAÇÕES






quarta-feira, 7 de março de 2018

9º ano - Site complementando o Conteúdo da TÁTICA BÁSICA DO VOLEIBOL



BOM DIA !!! SEGUE COMO CONTEÚDO COMPLEMENTAR

Iremos conversar a respeito do site abaixo:


http://educacaofisicanamente.blogspot.com.br/2012/05/taticas-basicas-do-voleibol.html





sábado, 3 de março de 2018

9º ANO CONTEÚDO VOLEIBOL- 1º TEXTO



Requisitos de treinamento do voleibol
Os requisitos de performance no voleibol devem ser trabalhados de acordo com as necessidades da equipe ou da competição . O aperfeiçoamento das habilidades motoras  (fundamentos do voleibol), não pode ficar restrito a repetição dos mesmos.
O trabalho físico é componente do processo global, pois se as valências ou capacidades físicas requeridas para a execução dos fundamentos forem insuficientes , certamente o atleta  terá um baixo rendimento durante a execução dos fundamentos. Assim é necessário que a preparação física caminhe lado a lado com a preparação técnica.
Para melhor entendimento , sugere-se a divisão dos fundamentos( gestos motores) de acordo com as valências físicas inerentes a cada um deles e suas ações motoras.

A UTILIZAÇÃO DAS CAPACIDADES FÍSICAS NOS GESTOS MOTORES DO VOLEIBOL

–  Grau de Importância do Condicionamento Físico Funcional.

No Treinamento Técnico Individual.
Favorece o aperfeiçoamento técnico individual – até os altos níveis internacionais – na medida em que atletas tornam-se aptos/capazes para a execução dos fundamentos da técnica, de todas as maneiras e, sobretudo, sem limitações.
A seguir, como exemplo, enumeramos fundamentos da técnica individual e citamos valências físicas funcionais que contribuem para suas corretas execuções.
Saque
·         Velocidade de Deslocamento, por ocasião das passadas que precedem a impulsão.
·         Força Explosiva da musculatura dos membros inferiores, para obter boa impulsão e, com isso, executá-lo com maior alcance.
·         Força Explosiva da musculatura dos membros superiores, tendo em vista golpear a bola com maior impacto e, assim, imprimir maior velocidade possível à trajetória da mesma.
·         Velocidade dos Movimentos do tronco e dos braços, para golpear a bola com a maior potência possível.
·         Flexibilidade de Movimentos da coluna vertebral e dos ombro, propiciam maior amplitude dos movimentos e, consequentemente, contribuem para melhorar a potência do golpe.
Toque
·         Velocidade de Deslocamento – de todas as maneiras e em diferentes distâncias -, a fim de colocar-se corretamente em relação à bola.
·         Força Explosiva da musculatura dos membros inferiores, para obter boa impulsão e, nos levantamentos, executá-lo com maior alcance.
·         Força nos músculos das mãos e dos dedos, a fim de suportar o impacto da bola, por ocasião da defesa e recepção do saque “Viagem”.
Manchete
·         Velocidade de Deslocamento – de todas as maneiras e em diferentes distâncias -, a fim de colocar-se corretamente em relação à bola.
·         Força em diferentes angulações de flexão da perna, para executá-la sem perda de equilíbrio, por ocasião da recepção do saque e da defesa.
·         Flexibilidade de Movimentos das articulações dos tornozelos, joelhos, coxofemoral e coluna vertebral, para executá-la com máximo equilíbrio.
Bloqueio
·         Força Explosiva nos músculos dos membros inferiores, tendo em vista a obtenção da melhor impulsão e do maior alcance possíveis.
·         Força na Musculatura abdominal e dorso-lombar, para a obtenção do equilíbrio essencial na execução do fundamento.
·         Velocidade dos Movimentos da flexão e extensão das pernas, da elevação e movimentação dos braços.
Técnicas de Ataque (Cortada e Recursos de Ataque).
·         Velocidade de Deslocamento por ocasião da aproximação para o ataque.
·         Força Explosiva nos músculos dos membros inferiores, tendo em vista a obtenção da melhor impulsão e alcance possíveis.
·         Força Explosiva nos músculos dos membros superiores, tendo em vista golpear a bola com a maior potência possível.
·         Força na Musculatura nas musculaturas abdominal e dorso-lombar, para a obtenção do equilíbrio na execução do fundamento.
NOTA
A Resistência Muscular Localizada é valência essencial para que o atleta suporte a natureza repetitiva – peculiar – do treinamento de todos os fundamentos da técnica individual.

SISTEMA ENERGÉTICO PREDOMINANTE NO VOLEIBOL

A definição do sistema energético do voleibol é motivo de grande discussão. A comunidade científica se vê dividida . Fisiologistas e preparadores físicos  tradicionais  afirmam que o voleibol é uma atividade predominantemente anaeróbica descartando a existência de momentos de predominância aeróbica . Muitos autores justificam sua oposição a essa tese argumentando que se considerarmos o jogo, de maneira isolada eles têm razão ; porém se considerarmos a atividade do atleta de uma maneira global não se pode ignorar a existência do uso de metabolismos aeróbicos . O grupo concordando com esse pensamento, portanto , trabalhará com capacidades aeróbicas e anaeróbicas, levando em consideração a significativa dominância da última.

AERÓBICO

A Capacidade Aeróbica é a qualidade física que contribui para que o jogador:
·         suporte a globalidade do treinamento e, consequentemente, aperfeiçoe-se;
·         mantenha o seu melhor rendimento ao longo de toda a duração de uma partida;
·         recupere-se plenamente de um treinamento / jogo para o outro.
Considerando que os jogos têm duração de até duas horas e que o treinamento pode ter carga horária de 5, 6 ou mais horas, torna-se fundamental que o jogador possua a grande resistência orgânica (capacidade aeróbica/anaeróbica) e muscular, a fim de que possa suportar toda essa carga e aproveitar integralmente o treinamento global.

ANAERÓBICO

A principal fonte de energia, utilizado em provas que exigem movimentos de curta duração e alta intensidade ,como por exemplo o voleibol, há a exigência de um fornecimento imediato e  rápido de energia. Essa energia é proporcionada pelos fosfatos de alta energia (ATP e CP) armazenados dentro dos músculos específicos ativados durante os gestos motores , no voleibol.
Todos os desportos exigem a utilização dos fosfatos de alta energia, porém muitas atividades contam quase exclusivamente com esse meio para transferência de energia . Por exemplo, o sucesso no futebol americano, no levantamento de pesos, em várias provas de campo, no beisebol e no voleibol exige um esforço breve e máximo durante o desempenho. É difícil imaginar um mergulho para uma defesa no voleibol, ou até mesmo, um bloqueio e uma cortada sem a capacidade de gerar energia rapidamente a partir dos fosfogênios armazenados .
Sempre que as Fontes Anaeróbias entram em ação por mais de 10 segundos temos formação de ácido lático de maneira acentuada. Uma fonte anaeróbica alática (ATP-CP) após 10 segundos (ápice) se esgota entrando em atuação outra fonte que é incapaz de manter o mesmo ritmo.
Num exercício tão intenso a energia para fosforilar ADP provém principalmente da glicose, com subsequente formação de ácido lático. De certa forma , esse mecanismo de formação “poupa tempo”, torna possível a formação rápida de ATP pela fosforilação do substrato . Após os 10 segundos de gasto dessa energia, o restante pode ser considerado como um combustível de reserva. Vale ressaltar que o vôlei mescla momentos de exercícios leves e moderados com exercícios de intensidade máxima . Os exercícios leves têm a capacidade, devido a utilização de oxigênio, de oxidar o ácido lático . Portanto não há um acúmulo do mesmo, pois a produção e o gasto são lineares, proporcionais, esse não acúmulo ,cientificamente, é denominado alático( sem acúmulo de ácido lático).


sexta-feira, 2 de março de 2018

E-MAIL PARA ENVIAR TRABALHO APRESENTADO 02/03



BOM DIA!!!!!!

OLÁ, COMO CONVERSAMOS ENVIEM SEUS TRABALHOS POR E-MAIL, PARA MELHOR SER AVALIADO E ARQUIVADO.


OBRIGADA


jmzdeluca@gmail.com