ALIMENTAÇÃO
E DOENÇAS CRÔNICAS
Uma
alimentação equilibrada fornece ao organismo energia e nutrientes para o
bom desenvolvimento das atividades de cada pessoa, bem como a manutenção da
saúde. Desta forma, sabe-se que prejuízos também podem ocorrer devido a
alimentação, seja pelo excesso – obesidade – ou pela carência total ou parcial
dos alimentos – desnutrição.
Vários
estudos demonstram a relação entre alimentação e Doenças Crônicas Não
Transmissíveis (DCNT) – hipertensão, diabetes, câncer, etc. Um exemplo
clássico, é uma alimentação rica em gordura saturada e o aparecimento de
problemas cardiovasculares. Diante de todos os perigos que uma alimentação
inadequada pode trazer à população, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
estabeleceu guias que definem limites seguros para o consumo de determinados
alimentos e ou nutrientes.
De alguns
anos pra cá, campanhas envolvendo alimentação e nutrição surgem cada vez mais.
Entretanto, percebe-se facilmente que todas as informações veiculadas não são
devidamente seguidas. Atualmente, a alimentação carateriza-se pelo grande
consumo de alimentos muito calóricos e industrializados - ricos em sódio,
gorduras e açúcares simples – e reduzido consumo de frutas, verduras e legumes
– fonte de vitaminas, minerais e fibras.
As DCNT
são uma das maiores causas de morte, principalmente em países desenvolvidos e
grandes cidades brasileiras. As DCNT não possuem uma única causa, geralmente
seu surgimento se dá pela combinação de fatores genéticos com hábitos de vida,
como atividade física e alimentação.
As
recomendações dietéticas, para diabetes, hipertensão, colesterol elevado e
demais problemas cardiovasculares, podem ser facilmente seguidas. Destaca-se
que as recomendações são formuladas por órgãos competentes como a Sociedade
Brasileira de Diabetes e Sociedade Brasileira de Cardiologia, por exemplo.
As
principais recomendações são:
-
Realizar de 5 a 6 refeições por dia, ou seja, comer pequenas quantidades
várias vezes ao dia;
-
Preferir alimentos integrais (pão, arroz, macarrão, bolachas);
-
Aumentar consumo de frutas, verduras e legumes (variando sempre para se
obter diferentes vitaminas e minerais);
- Ingerir
diariamente leite e/ou derivados (uma das principais fontes de cálcio).
A
alimentação é uma forte aliada na prevenção, entretanto, quando diagnosticada a
doença, a alimentação deve ser encarada como um tratamento auxiliar ao
tratamento medicamentoso, proposto pelo médico. Portanto, comece a cuidar da
sua alimentação o quanto antes, ainda mais se existem casos de diabetes,
hipertensão, entre outras, na sua família. Cuidar da sua saúde é o melhor
presente que você pode se dar.
TRABALHO DE OBESIDADE E DESNUTRIÇÃO
ATENÇÃO!!!!! SOBRE O TRABALHO ESTAREI ESCLARECENDO EM DETALHES SOBRE A DATA DE ENTREGA, E DEFININDO OS GRUPOS QUE IRÃO FAZER SOBRE OBESIDADE E DESNUTRIÇÃO.
OBESIDADE INFANTIL/JUVENIL : PROCURAR (OMS) MINISTÉRIO DA SAÚDE
CAPA COM OS NOMES DOS INTEGRANTES DO GRUPO;
DESCREVER:
DEFINIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
EPIDEMIOLOGIA
CAUSAS
CONSEQUÊNCIAS
TRATAMENTO
ALIMENTOS DIETS E LIGHTS
CONCLUSÃO
DESNUTRIÇÃO INFANTIL/JUVENIL
PROCURAR
(OMS) MINISTÉRIO DA SAÚDE
CAPA COM OS NOMES DOS INTEGRANTES DO GRUPO
DESCREVER:
DEFINIÇÃO
CAUSAS
OUTROS FATORES RELACIONADOS A CAUSAS
MÉTODOS E DISGNÓSTICOS
EPIDEMIOLOGIA
CONSEQUÊNCIAS
TRATAMENTO
COMO PREVENIR
CONCLUSÃO VIDA SAUDÁVEL
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