OLÁ PESSOAL
SEGUE SOBRE O VOLEIBOL LEIAM COM ATENÇÃO...
VOLEIBOL
CARACTERÍSTICAS
DO JOGO
O voleibol é um esporte jogado por duas
equipes em uma quadra de jogo divida por uma rede. Há uma série de versões do
jogo disponíveis, cada uma delas adaptadas a uma circunstância diferente de
forma que o jogo possa se adaptar aos diferentes praticantes. O seu objetivo é
enviar a bola, por cima da rede, de forma a fazê-la tocar parte do solo que
esteja compreendido dentro da quadra adversária, ao tempo que sua equipe deve
impedir o adversário ao mesmo intento. Cada equipe poderá usufruir de até três
toques na bola (além do contato com o bloqueio) na tentativa de enviar a bola
ao adversário. Cada jogada se inicia com um saque: um toque inicial realizado
por um jogador, denominado naquele momento sacador, enviando a bola por cima da
rede em direção à quadra adversária. O rally prossegue até que a bola toque o
solo em uma área que esteja compreendida dentro da quadra de jogo, seja
“enviada para fora” ou quaisquer das equipes execute uma tentativa frustrada de
retornar a bola ao adversário. A equipe que vencer o rally em jogo marca um
ponto (Sistema de Pontos por Rally – SPR). Caso a equipe que recepcionou o
saque naquele rally – equipe receptora – seja a vencedora, esta recebe um ponto
e o direito de sacar no rally seguinte e, consequentemente, cada jogador passa
a posição em quadra seguinte, em sentido horário.
Regras
Cada equipe de voleibol
é constituída por 12 jogadores: seis efetivos (sendo um líbero) e seis suplentes.
Em quadra, portanto, ficam dois times de seis jogadores.
As equipes são separadas
por uma rede no meio da quadra. O jogo começa com um dos times que devem sacar.
Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do
adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola entre no seu campo usando
qualquer parte do corpo (antes não era válido usar membros da cintura para
baixo, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela
passe para o campo adversário sendo permitidos dar três toques na bola antes
que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola
caia é ponto do time adversário.
O jogador não pode
encostar na rede e caso isso ocorra o ponto será para o outro time.[2] O mesmo jogador não pode dar 2
ou mais toques seguidos na bola, exceção no caso do toque de Bloqueio.
O campo
É retangular, com a
dimensão de 18 x 9 metros, com uma rede no meio colocada a uma altura variável,
conforme o sexo e a categoria dos jogadores (exemplo dos seniores e juniores:
masculino -2,43 m; femininos 2,24 m).
Há uma linha de 3 metros
em direção do campo para a rede, dos dois lados e uma distância de 6 metros até
o fim da quadra. Fazendo uma quadra de extensão de 18 metros de ponta a ponta e
9 metros de lado a lado.
Fundamentos
Um time que deseja
competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis habilidades
básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas
são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes
fundamentos compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram
introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática
comum no esporte.
Saque ou serviço
Jogador preparando-se para sacar.
O saque ou serviço marca
o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da
linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a
fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado
pelas antenas e aterrissar
na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção
de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Existe a denominada área
de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas laterais da
quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.
Um saque que a bola
aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo
adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros
esportes tais como o tênis.
No voleibol
contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
·
Saque por baixo ou por cima: indica a forma
como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no
nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do
nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito
fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de
alto nível.
·
Jornada nas estrelas: um tipo
específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir
grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela
trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da
ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo
ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é
mais empregado em competições internacionais.
·
Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve",
trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao
invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento
do contato.
·
Saque flutuante ou saque sem peso:
saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz
com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne
imprevisível.
·
Viagem ao fundo do mar: saque em que o
jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque,
e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já
existisse desde adécada de 1960, e tenha chegado
ao Brasil pelas mãos do
jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda
metade dos anos 1980.
·
Saque oriental: o jogador posta-se na linha de
fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento
circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso
contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Rússia.
Passe
Passe realizado com manchete.
Também chamado recepção,
o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando
e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua
quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o
principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la
chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este
seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe
envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o
jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com
as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em
que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma
falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção,
mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se
que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".
Manchete
É uma técnica de
recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e
estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de
baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna
seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no
movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance
de ser devolvida com o toque.
É considerada um
dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais
usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas
também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola
para o atacante.
Levantamento
O levantamento é
normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo
consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da
equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe,
pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o
movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento
de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o
segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular
a bola com as pontas dos dedos, ou novoleibol de praia, em que as regras
são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também costuma-se
utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação
em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está
olhando.
Quando o jogador
não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas
decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de
conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de
segunda".
Ataque
Jogador atacando.
O ataque é, em
geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é
fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto
em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados
("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente,
transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol
contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
·
Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que
não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4.
O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra
antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após
o ataque.
·
Diagonal ou Paralela: indica
a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da
quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na
zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
·
Cortada ou Remate:
refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de
fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada
pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
·
Largada: refere-se a um ataque em que
jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando
direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta
pela defesa.
·
Explorar o bloqueio: refere-se a um
ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária,
mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela,
posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
·
Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a
força e consequentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa
adversária.
·
Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por
um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de
graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
Bloqueio triplo.
O bloqueio
refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da
quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque
da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do
nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a
velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se
"bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo
interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra
adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do
espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de
45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado,
em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente
ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é
chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a
bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor
defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do
bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra
adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua
própria quadra.
O bloqueio também é
classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em
"simples", "duplo" e "triplo".
Defesa
A defesa consiste
em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a
quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas
seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas
que se aplicam a este fundamento são:
·
Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se
estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o
próprio abdômen.
·
Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o
próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada,
especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é
resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
·
Martelo: o jogador acerta a bola com as duas
mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Esta técnica é empregada,
especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma
altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque
não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação
com as pontas dos dedos.
·
Posição de expectativa: Estratégia ou
tática adotada antes do saque adversário de posicionamento da defesa, podendo
ser no centro ou antecipado em uma das metadas da quadr
Líbero
O líbero é um atleta
especializado nos fundamentos que são realizados com mais frequência no fundo
da quadra, isto é, recepção e defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito de permitir disputas mais longas de
pontos e tornar o jogo deste modo mais atraente para o público. Um conjunto
específico de regras se aplica exclusivamente a este jogador.
O líbero deve utilizar
uniforme diferente dos demais, não pode ser capitão do time, nem atacar,
bloquear ou sacar. Quando a bola não está em jogo, ele pode trocar de lugar com
qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros, e suas substituições
não contam para o limite que é concedido por set a cada técnico.
Por fim, o líbero só
pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso esteja pisando
sobre a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá
exercitar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima
(pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo
superior da rede.
·
A invasão por baixo de mãos e pés é permitida apenas se uma
parte dos membros permanecer em contato com a linha central.
POSIÇÕES
No momento em que a bola é
golpeada pelo sacador, cada jogador, exceto o sacador, deverá estar posicionado
dentro de sua quadra, conforme a ordem de rotação. As posições dos jogadores em
quadra são numeradas da seguinte forma: Três jogadores ao longo da extensão da
rede formam a linha de frente e ocupam as posições 4 (frente-esquerda), 3
(frente central) e 2 (frente-direita); Os três restantes formam a linha de
trás, ocupando as posições 5 (traseira esquerda), 6(traseira central) e 1
(traseira direita). Posição relativa entre jogadores: cada jogador da linha de trás deve estar posicionado
mais afastado da linha central do que seu jogador correspondente da linha de
frente. Os jogadores da linha de frente e os da linha de trás, respectivamente,
devem Regras do Jogo – Voleibol – 2015/2016 24 estar posicionados lateralmente
conforme a ordem indicada na Regra.
ROTAÇÃO
A ordem de rotação é
determinada pela formação inicial da equipe e controlada através da ordem de
saque e posição dos jogadores durante todo o set. Quando a equipe receptora
ganha o direito de sacar, os jogadores avançam uma posição no sentido dos
ponteiros do relógio: jogador na posição 2 avança para a posição 1 para sacar,
jogador da 1 retorna para a posição 6, assim por diante.
EQUIPE
DE ARBITRAGEM E PROCEDIMENTOS-
COMPOSIÇÃO A equipe de
arbitragem para uma partida é composta dos seguintes componentes: • 1º árbitro
• 2º árbitro• Apontador• Quatro (dois) juízes-de-linha.
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